domingo, junho 28, 2015

Trekking Soldados - Alfredo Wagner

Diversas são as atrações naturais que Alfredo Wagner tem a oferecer. Entre os pontos de visitação estão grutas, cavernas, cachoeiras e sítios arqueológicos espalhados em muitas propriedades rurais de fácil visitação.
A região é provida de inúmeras lendas, majestosas esculturas geológicas e cercada pela imponência de montanhas, escarpas e chapadas, além dos cânions e das belas cachoeiras que compõem todo o cenário.
A escolha para o final de semana do dia 27/06 foi o trekking até os Soldados. Que são quatro pedras dispostas sobre o “Facão dos Soldados”, com altura média de 90 metros, elas têm esse nome por se parecerem com quatro soldados enfileirados em guarnição à cordilheira. Localizam-se na encosta da Serra do Campo dos Padres.
Para chegar até lá temos um caminho de cerca de 20km do centro de Alfredo Wagner até a comunidade de Santos Anjos. Na rota que seguimos para chegar até lá um 4x4 faz toda a diferença, subimos com um e por conta disso a chuva dos dias anteriores apesar de deixar a estrada lisa e cheia de lama não dificultou nossa viagem, proporcionando até mesmo alguns momentos de adrenalina.
A partir do momento que deixamos o carro, caminhamos cerca de 6km (6 ida e 6 volta) até chegar em um dos locais mais lindos que já visitei.
A formação rochosa, as nascentes, as araucárias e tudo isso com um céu azul com nuvens branquinhas fazia com que eu me sentisse no cenário de um filme de aventura.
Realizei a trilha acompanhada de uns amigos de Floripa e de Criciúma, que são peritos em trekkins e assim como eu acharam o lugar excepcional. Chegamos até o pé do morro, mas resolvemos que não subiríamos a montanha, já que é impossível chegar até o topo sem equipamento de escalada e certamente a melhor vista do local era de onde estávamos. Um detalhe importante para os amantes de aventuras: segundo a câmara municipal de Alfredo Wagner em uma das rochas já existem grampos para a escalada, colocados por um grupo de Garopaba.

Vale a pena a visita! 

Fotos: Marlon R.Silva, Larissa Maciel e Carol Pereira


Pessoal compartilho com vocês o vídeo criado a partir das imagens do Trekking até os Soldados, uma imensa formação rochosa que fica na comunidade de Santos Anjos, Vale a pena conferir!




A seguir mais algumas fotos:





quarta-feira, junho 17, 2015

O uso da Realidade Aumentada na Educação Básica

O Escola de Educação Básica Silva Jardim faz uso de mais um recurso para tornar as aulas mais atrativas e dinâmicas, a Realidade Aumentada. “A Realidade aumentada permite a geração da realidade física, que combina a realidade virtual através de um processo de computador. A utilização de tecnologias para a produção de objetos tridimensionais tem sido utilizada em vários campos, industrial, comercial, arquitetura, medicina e engenharia.  Na educação tem um grande potencial, especialmente com a motivação que pode resultar aos alunos. Em suma, a realidade aumentada será implementada em todos os processos educativos, no futuro, sem dúvida, a combinação da realidade e do ambiente virtual, otimiza o aprendizado e as áreas ativas do cérebro essenciais para minimizar a ineficiência dos sistemas educacionais tradicionais.”

O uso da Realidade Aumentada é tema da dissertação de mestrado da Professora Caroline Pereira e esta divulgou a “ferramenta” aos colegas tendo o tema abordado nas aulas de Geografia pelo professor Reginaldo Silveira.

A Realidade Aumenta foi utilizada por alunos dos 6º ao 9º ano e teve bons resultados. O professor fez uso do recurso para explicar temas como: Placas tectônicas, Atividades Vulcânicas, Movimento de Rotação e Translação, Radiação Solar, Canais, Diques, Eclusas, etc. Era evidente o interesse dos alunos pelos temas abordados.

Algumas editoras já produzem livros com esse recurso, porém os livros são pouco conhecidos e ainda pouco utilizados, sendo assim ainda existem alguns problemas quando a disponibilização dos aplicativos para todos os sistemas operacionais de aparelhos móveis.
Os alunos foram orientados a fazerem o download dos aplicativos e em sala de aula acompanhem as explicações interagindo com as figuras geradas pela realidade aumentada.

Acompanhamos o uso do recurso com os alunos do 6º1 e ficou evidente que certamente no futuro o uso da Realidade Aumentada será considerada uma poderosa ferramenta educacional. 


“E as notas em um diário vão lembrar, o que valeu a pena sonhar!”

O nosso encontro não foi turisticamente excitante ou cheio de lugares novos e aventuras, mas vale uma nota para relembrar o final de semana maravilhoso que passei com minhas amigas de longa data.
Floripa nos recebeu chuvosa, chegamos junto com uma frente fria, dificultando que desfrutássemos de tudo que a capital tem a nos oferecer, mas isso não diminuiu toda a diversão que teríamos juntas.
Fomos para um show, da nossa “ídola master” Paula Toller, sim... não somos mais adolescentes, mas velhos hábitos são difíceis de esquecer... então! O grupo dessa vez era composto por Aline, Livinha e Helô, nossa anfitriã. O Show aconteceu no P12, onde eu não ia desde o fatídico show de 2013 marcado pela bateria do Adal tocando dentro da minha cabeça e pelo final da banda da minha vida, da qual, no caso, a Paula Toller era a vocalista, o Kid Abelha.

Rolou uma promoção e se fosse possível eu escrever hoje a frase para participar da promoção que tinha como prêmio entrar no camarim, certamente eu venceria. Porque “a minha história já não cabe mais em mim” eu estou sofrendo os efeitos de ir ao show de um ídolo muito muito grande e por isso, estou Carol Toller desde domingo.

Assim que chegamos fomos comer... sushi. Cheguei já era quase meio dia e elas estavam me aguardando na rodoviária. Do sushi fomos conhecer a tia Arlete e o tio Pudim, mãe e pai de Helô. Minha amizade com Livinha e Helô vem de longínquos sábados à tarde jogando stop, ou de sábados à noite falando sobre Kid Abelha, em nossos saudosos janelões e desde aquele tempo ouço falar neles, os pais da Helô. A mãe da Helô quase pirou com nossa primeira viagem interestadual em 2007 para o show da Paula – isso que ela nem sabe de nossos planos secretos de dormir em um mercado 24hrs. Ela é ainda mais legal do que aparentava. Foi lá que descobrimo
s da onde vem a contracapa do CD Transbordada.
Nossa viagem foi marcada por bordões como “Lá no Canadá” ou “Lá em New York”, “o B Morreu”, por um encontro no Hortifrutti e por intervenções “a la” Jogos Vorazes, já que eu estava completamente nessa onda.
Da casa da mãe de Helô fomos direto para a Lagoinha do Norte – ou um outro ponto cardeal, fico confusa – onde dormiríamos depois. Nos arrumamos e seguimos para o luxo, para o P12 em Jurerê Internacional.

Não entrarei em muitos detalhes quanto ao show, mas algumas coisas eu me obrigo a falar. Eu adorei, dancei e é incrível como eu não consigo deixar “toda essa magia passar batida”. Fico em estado de êxtase toda vez que estou a alguns metros dessa que é um ícone em minha vida. Pago pau mesmo, ter um sonho, ter algo tão surreal ali, bem na minha frente sempre faz eu ficar encantada, embasbacada e achar tudo perfeito. Eu jurava que ia rolar um camarim, mas isso não aconteceu e eu me arrependi horrores por não ter participado daquela maldita promoção. Fiquei bem triste e frustrada. Confesso também que “Pintura Intima” sem sax ficou meio broxada, mas todas as outras músicas do disco novo compensaram, se for para nunca mais ter Kid que pelo menos a Paula continue com composições deste nível. No show encontramos Ciça, sempre muito querida e atenciosa. 
O final da noite quase terminou em pizza e Luciano nos acompanhou. Eu estava com o pavio curto e já passei da idade de ouvir certas coisas, então foi difícil me conter em alguns momentos, logo... entre mortos e feridos salvaram-se todos.
A noite guardava mais risos e tosses.
De manhã tomamos um café delicioso preparado pela Helô, que certamente aprendeu a fazer isso no Canadá. E, enquanto eu tomava banho, o destino de Luciano se decidia. Após Helô deixá-lo na rodoviária – pois ele tinha muitos trabalhos para fazer – decidimos que pelo menos a Lagoa e Joaquina “Wikiki”, Livinha deveria conhecer. Antes simulamos um incrível diálogo no hortifrutti, que rendeu boas risadas.
“Depois da Chuva na Lagoa”, resolvemos que mesmo que ela voltasse estaríamos lá e apesar dela, a vista do mirante ainda continuava linda. Vista linda e asfalto escorregadio, quase que o sonho acabou, mas não era a nossa hora. Huahua

Na Joaquina ajudamos uma gringa – com nosso conhecimento da América do Norte – e na Lagoa comemos tapioca. O playlist do bar era muito bom e quando tocou “Casinha de Sapê” uma comemoração semelhante a de um gol em uma final de Copa tomou conta de nossa mesa, assustamos os garçons, mas foi tão espontâneo que a única coisa que conseguíamos fazer depois foi rir.

Já estava caindo “a tarde na montanha” ok... parei... eu já sentia “um ar de domingo”... ops... bom, o dia já estava quase no fim quando Helô deveria nos despachar, eu na rodoviária e as nossas pequenas no aeroporto. Mais uma vez vou cair naquele velho título de um álbum do finado Orkut “Os amigos que o Kid me deu”... É incrível a maneira como todos nós nos conhecemos e é incrível que a gente siga nossa vida, corra atrás de nossos sonhos, tenha nossas conquistas e frustrações, mas sempre teremos nossas vidas interligadas por esse amor e por outras afinidades que foram surgindo nessa quase uma década de amizade.

“Mas deixa as contas que no fim das contas é ver se entende minha pressa, minha distração, minha fixação. A hora é essa. A cada madrugada, a virada que aprendemos a fazer, porque nos foi dado viver ao mesmo tempo, nesse tempo, nessa era.” Kid Abelha. 












terça-feira, junho 09, 2015

Lagoa, Trilha Naufragados e Barra da Lagoa

Reencontrar amigos é sempre muito bom, mas esses são ainda mais especiais!
No Uruguay a gente vive junto durante muito tempo, por conta disso e da nossa afinidade imensa acabamos gerando uma espécie de irmandade que certamente vai nos unir mesmo depois que as aulas acabarem. Em março fomos para Jaraguá do Sul, mas como o nosso encontro se resumiu em rir, assistir GoT, tomar um café na Nara e beber na sala da Valéria nem cheguei a escrever uma postagem – fica para quando explorarmos Jaraguá - quanto ao nosso segundo encontro sou obrigada a deixar alguns registros.

Bom, o local escolhido para o encontro não poderei ter sido melhor, Lagoa da Conceição. Quando recebi o convite não sabia se daria certo ou não, mas assim que a data ficou mais próxima comecei a me empolgar e acho que minha empolgação atingiu a Denise, que no ato comprou uma passagem e em dois toques estávamos todos de malas prontas para partir para a capital catarinense: Ju, Valéria, Murilo, Denise, Anderson e eu – e mais Carola e David. As malas são um capítulo à parte nesse texto, devido ao frio que fazia no estado nas semanas anteriores a viagem, enchemos nossas malas com casacos, blusas, gorros e botas, porém o que nos aguardava eram dias de sol e muito calor com termômetros marcando quase 30 graus em pleno junho, ou seja... desastre.

Fui de ônibus, Murilo e Denise me apanharam na rodoviária para juntos seguirmos para a Lagoa onde encontramos Ju e Valéria. O almoço foi sushi - apenas para relembrarmos o Maki da Ciudad Vieja – de lá seguimos para a Lagoa, mais especificamente na pousada da dona Zilda, uma senhora simpática que aluga alguns apartamentos para temporada.

Assim que nos estabelecemos e constatamos que definitivamente não tínhamos roupas, decidimos ir até o bar do Boni. “O Boni é o nosso Pony” logo virou bordão. O lugar é lindo. Ele fica no final da Avenida das Rendeiras, no cantinho da Lagoa. O visual é perfeito, gente alegre, música ao vivo, pequenas embarcações ancoradas ao redor, um deck sobre a água e um pôr do sol que por si só já faria o dia valer a pena. Ficamos horas lá e só voltamos para casa quando já havia anoitecido. Durante a tarde eu deixei cair meu dinheiro em uma das frestinhas do deck, apenas 10 reais, mas a Ju resolveu ir resgatá-lo, o empenho foi tanto que quando uma moça que estava em um barco ao lado perguntou o que tinha caído falamos que tinha sido uma nota de 100, ela ficou apavorada e quase mergulhou em busca do dinheiro, a princípio não conseguimos recuperar, mas com as marolinhas o dinheiro acabou saindo de debaixo do deck e a Ju na maior cara de pau se lançou a água, pegou os 10 reais, olhou para a mulher e disse “10 já recuperamos!”, valia uma cerveja gente!!!

A noite os planos eram de ir para o Jhon Bull, porém resolvemos dormir um pouquinho antes e os planos viraram pó, o sono foi maior que a vontade e a cama mais atrativa!

No dia seguinte café da manhã reforçado com omelete pois nossa trilha para Naufragados prometia. A ida da Lagoa até a Caieira é bem longa, mas por sorte não pegamos transito.
A Praia de Naufragados está localizada no sul da ilha de Santa Catarina em uma área de preservação do Parque Estadual do Tabuleiro com 1,5 Km de extensão. Suas principais características são águas limpas e frias, mar agitado com areia grossa, tornando-a muito procurada por amantes do trekking e adeptos do surf. Pode-se chegar até a praia de Naufragados pela trilha – com cerca de 3 km de extensão, nossa opção – ou contratando o serviço de algum pescador que faz o trajeto com seu barco. A trilha é leve – apesar de Valéria não compartilhar dessa opinião.


Um pouco de história: O nome da praia surgiu de um episódio ocorrido naquela praia com um grupo de imigrantes açorianos, em 1753, que, seguindo determinações da Corte Portuguesa, partiriam em dois navios para o Rio Grande do Sul. Uma tempestade inesperada na costa da Ilha de Santa Catarina, porém, fez com que as naus fossem a pique, próximas da ponta de Naufragados, sobrevivendo apenas 77 pessoas. Algumas contudo, prosseguiram para o Rio Grande do Sul, outras permaneceram na Ilha.
Eu já conhecia da trilha, já tinha feito ela no ano de 2001, em si ela não mudou muito, mas lembro que da primeira vez que fui ela parecia muito maior e quando chegamos a areia da praia estava tão quente que era difícil pisar mesmo de sandália. Foi um dia muito divertido e impossível evitar a nostalgia quando estava lá novamente.

Desta vez – assim como da primeira – não fui até o farol. Chegamos e ficamos na areia, comendo amendoins, tomando algumas cervejas – antes também não tinha bar lá – e apreciando a paisagem – incluindo o moço lindo de morrer carregando dois botijões de gás, um em cada mão – tiramos fotos e eu e Denise fomos caminhar até o final da praia. A vista é linda, de lá da de ver a Ilha de Araçatuba, Fortaleza Nossa Senhora da Conceição, Ilha Três Irmãs e a Praia do Sonho. Quando voltamos da caminhada as meninas tinham feito amizade com uma “nativa” e estavam contratando um barco para nos levar de volta ao estacionamento onde tínhamos deixado o carro. A volta de barco também é muito linda e sem dúvidas vale a pena.

Na volta marcamos de encontrar Murilo na igreja do Ribeirão da Ilha – construída em 1763 -, para darmos uma volta e finalmente almoçarmos – passando das 17 horas.

O Ribeirão da Ilha não está inserido no roteiro turístico tradicional de Florianópolis. Mas é imperdível. Na beira do mar, com vista para as montanhas altíssimas do continente de Santa Catariana, o Ribeirão propicia um passeio maravilhoso, a arquitetura açoriana e os verdadeiros manezinhos da ilha característica que se evidencia pelo sotaque e forma de viver. O Ribeirão É o segundo distrito mais antigo de Florianópolis, depois de Santo Antônio de Lisboa. Ali se preservam tradições como a Festa de Nossa Senhora da Lapa, a produção das rendas de bilro, das canoas e baleeiras, dos balaios e cestos de cipó. O Ribeirão também me deixou nostálgica, relembrando os muitos verões que passei lá com meus tios e primos, inclusive das dores de ouvido que tive depois de passar um verão inteiro mergulhando, pulando da redonda e saltando do trapiche do ostradmus que na época estava em construção.



Almoçamos em um restaurante na beira do mar, mais precisamente na areia, apreciando o pôr do sol e um peixe delicioso.

A noite retornamos para a Lagoa, encontramos Carola – amiga de Ju que ficou com a gente - e não tínhamos como escapar da programação noturna, que seria Forró. Antes de ir eu conheci a famosa Jurupinga e não demorou muito para estar dizendo a famosa frase “Não te juro amor, te juro pinga”. Bem, forró não é bem a minha praia mas até que foi bacana. Fomos ao forró São Jorge e deu para dançar, conhecer gente diferente e se divertir.

No dia seguinte deu vontade de fingir que não ouvimos quando Murilo bateu a porta, devido ao sono, mas passou e logo estávamos prontos para ir para a Barra da Lagoa. Mais um lugar maravilhoso da Ilha de Santa Catarina, o dia estava lindo, céu azul com um sol que lembrava dias de verão. Ficamos lá, tomando algumas cervejas, colocando o papo em dia e esperando eternamente por Anderson, para finalmente matarmos um pouco da saudade. Durante a espera comemos uma sequência de camarão deliciosa e confesso que esperar não foi nem um pouco difícil, o dia estava muito agradável. Quando Anderson chegou finalmente conhecemos David e o aprovamos. Ficamos mais um pouco e por ali e como Murilo tinha compromisso no continente resolvemos ir até a Lagoa para fugir um pouco do congestionamento. Lá nos despedimos dele e seguimos para encerar a noite no Bar do Boni.
A noite Ju, Val e Carola foram para o Jhon Bull mas eu não tinha força para mais nada, a não ser abrir uma garrafa de um vinho chileno delicioso – há controvérsias – que a Ju trouxe e admirar a encenação do boneco doido. Elas seguiram para o Jhon e eu e Denise ficamos fazendo analise.
No domingo fomos dar uma caminhada pela lagoa, aproveitar um pouco aquela paz que só ela consegue transmitir. Carola foi correr e acabou se acidentando, por conta disso antecipamos nossa volta para casa e resolvemos preparar nosso almoço no apartamento para depois encontrar com os meninos. Após almoçar e organizar as coisas seguimos para o sambaqui.

Eu acho que não conhecia aquela região de Floripa, Santo Antonio de Liboa e o Sambaqui e obvio que assim que der certo terei que explorá-la melhor, pois é muito linda e histórica. Sambaqui é um bairro tradicional e bem intimista o que fechou com chave de ouro nossa viagem.
Ficamos no Bar Pitangueiras e conhecemos a namorada do Murilo que assim como David me pareceu muito simpática.

Como tudo que é bom dura pouco o nosso feriadão já estava acabando e meu ônibus quase partindo, nos despedimos e renovamos nossa irmandade. Tenho certeza que esse foi apenas mais um de muitos encontros que ainda virão. Lets go to las vesgas! =)


A viagem também serviu para eu estrear a minha nova companheira de viagem, se quiserem é só dar play e conferir o resultado, em um vídeo com os melhores momentos do feriadão.