segunda-feira, março 27, 2017

Sociedades Agrafas e a História Antiga

Como muita gente sabe história é uma de minhas grandes paixões. Desde sempre quis cursar história, mas a vida é cheia reviravoltas e não foi minha primeira escolha, logo, só hoje em dia que estou realizando esse antigo sonho.
Estamos estudando a disciplina “Sociedades Ágrafas e história antiga” e como essa é uma das partes da história que mais gosto tenho várias fotos e outros materiais sobre o tema.
Vamos lá:

O que é uma sociedade ágrafa?
Sociedade ágrafa" é aquela que não desenvolveu por si mesma um sistema próprio de escritura. Exemplo: os Incas foram uma civilização avançada, mas nunca tiveram uma escritura; eram ágrafos.

Como se registra a história de uma sociedade ágrafa, já que a escrita é uma das mais conhecidas fontes histórias?

Com a colaboração de outras ciências, como antropologia, arqueologia e paleontologia, novos materiais passaram a servir de indícios do passado de um povo: imagens, relatos orais, vestígios, artefatos, ossos, armas, fotografias, músicas, construções e outros objetos. Essas podem ser tão importantes quanto a escrita no processo de resgate do passado de uma civilização ou comunidade (KUPER, 2008).

Sendo assim sabendo que as sociedades ágrafas ou que fazem parte da história antiga não possuíam recursos como, fotografias, músicas e outras fontes mais modernas, para estudarmos essas sociedades, utilizamos as fontes materiais. Que são os vestígios materiais. Sinais que o homem deixa pelos lugares por onde passa, que podem ser vistos em vários sítios arqueológicos abertos à visitação pública ou em museus especializados. Exemplos: cerâmicas com elementos femininos, pedras talhadas e polidas, fósseis, ruínas entre outros que apresentarei na sequencia dessa postagem.
Outra de minhas paixões são as viagens logo, sempre que possível eu faço a união da história com as viagens, visitando ruínas, museus e outros locais históricos durante.
Vou usar algumas dessas visitas para falar um pouco sobre os temas que estou estudando.

Museu de História Natural de New York - American Museum of Natural History

Um dos museus mais falados e famosos do mundo! Tem uma enorme coleção de peças de todos os tipos, como animais (dinossauros, pré-históricos e animais atuais), história do homem, pedras preciosas, história do universo... Possui algumas atrações mais interativas, há filmes. Realmente, é um passeio muito rico! No entanto, não vá com a pretensão de conhecer tudo, eu por exemplo permanecia apenas na parte da pré-história.
A Pré-História é uma área do conhecimento partilhada entre várias disciplinas, que, cada uma a seu modo, formam um mosaico de compreensão do passado pré-civilizacional do homem. Além da arqueologia e da antropologia, a biologia (especialmente a Paleontologia) também se insere no conjunto dessas disciplinas. É dela que provém as nomenclaturas que classificam os hominídeos, isto é, os grupos de seres pré-históricos que se assemelhavam ao Homem atual. Os gêneros de hominídeos variaram em alguns seguimentos principais e sua temporalidade também variou de cinco milhões de anos até, aproximadamente, 120 mil anos, como destacaremos abaixo.
A Paleontologia é uma ciência que estuda os animais e vegetais que viveram no passado, através dos fósseis. A paleontologia busca informações nos fósseis, tais como: idade do fóssil, condições de vida e morte do ser fossilizado, características, influências ambientais, entre outras. Esta ciência dispõe de diversas técnicas e recursos para obter informações importantes sobre o fóssil. Uma das técnicas mais importantes é a do Carbono 14, que identifica com muita precisão a idade do fóssil.
A Paleontologia é muito importante também como ciência auxiliar da Sociologia, Biologia, Arqueologia e História. Estas duas últimas ciências são fornecedoras de informações importantes sobre a vida na Pré-História.
A Paleontologia também produz muitos conhecimentos importantes sobre a época e a vida dos Dinossauros.

 (Para ver mais fotos clique na foto abaixo)


No museu também existe um vasto material sobre os hominídeos. Os hominídeos mais antigos são do gênero Ardipithecus e Austrolopithecus. O Ardipithecus ramidus, por exemplo, tem sua presença na Terra, confirmada por especialistas, variando entre 5 e 4 milhões de anos. Já a do Australopithecus afarensis varia entre 3,9 e 3 milhões de anos. As feições e modos de comportamento desses hominídeos eram bem menos versáteis que do gênero Homo que viria depois. A atuação do Homo habilis, por exemplo, variou entre 2,4 a 1,5 milhões de anos. A do Homem erectus, entre 1,8 milhão a 300 mil de anos. Já a do sucessor desse último, Homo neanderthalensis, variou entre 230 e 30 mil anos. O Homo sapiens, que constitui o ser humano tal como o conhecemos hoje, apareceu, provavelmente, há cerca de 120 mil anos, como uma variação do Homo neanderthalensis.


De forma geral, esses grupos de hominídeos são classificados como caçadores e coletores, isto é, não possuíam fixidez de território.
Outro ponto a destacar-se com relação à Pré-História e aos documentos estudados por especialistas dessa área é a Arte Rupestre, que comporta os primeiros símbolos e registros da ação do Homem, possuindo assim um valor inestimável e que veremos mais adiante, neste artigo.

História Antiga

       O Período da História conhecido como Idade Antiga, ou Antiguidade, é o momento de surgimento das primeiras sociedades e civilizações no globo terrestre.
Foi no período compreendido entre a invenção da escrita, por volta de 4000 a.C., e o ano de 476 d.C., data da queda do Império Romano do Ocidente, que surgiram as grandes civilizações e impérios do passado.
         No caso da Europa e do Oriente Próximo, diversos povos se desenvolveram na Idade Antiga. Os sumérios, na Mesopotâmia, foram a civilização que originou a escrita e a urbanização, mais ou menos ao mesmo tempo em que surgia a civilização egípcia. Depois disso, já no I milênio a. C., os persas foram os primeiros a constituir um grande império, que foi posteriormente conquistado por Alexandre, o Grande. As civilizações clássicas da Grécia e de Roma são consideradas as maiores formadoras da civilização ocidental atual. Destacam-se também os hebreus (primeira civilização monoteísta), os fenícios (senhores do mar e do comércio e inventores do alfabeto), além dos celtas, etruscos e outros.
Na América, pode-se considerar como Idade Antiga a época pré-colombiana, onde surgiram as avançadas civilizações dos astecas, maias e incas. Porém, alguns estudiosos considerem que em outras regiões, como no que hoje constitui a maior parte do território do Brasil, boa parte dos povos ameríndios ainda não havia constituído similar nível de complexidade social e a classificação de Pré-história para essas sociedades seria mais correta.
Na China, a Idade Antiga termina por volta de 200 a.C., com o surgimento da dinastia Chin, enquanto que no Japão é apenas a partir do fim do período Heian, em 1185 d.C., que podemos falar em início da "Idade Média" japonesa. Algumas religiões que ainda existem no mundo moderno tiveram origem nessa época, entre elas o cristianismo, o budismo, confucionismo e judaísmo.

Metropolitan Museum of Art de New York – The MET

Na visita a esse museu fiquei apenas na parte da mostra do Egito, o que não é pouca coisa, pois é lá que se encontra um dos maiores acervo egípcio fora do Egito.
Com uma coleção de arte egípcia constituída por cerca de 36 mil objetos de grande importância artística, histórica e cultural, que datam desde o período paleolítico ao período romano (cerca de 300.000 aC-século 4 dC).
Mais da metade desta coleção é fruto de mais de trinta e cinco anos de trabalhos arqueológicos do Museu no Egito, trabalho este iniciado em 1906 em resposta ao crescente interesse do público na cultura do Egito antigo.
Hoje, praticamente toda a coleção está em exibição em suas galerias localizadas no lado Oriental do piso térreo do museu, com os objetos dispostos em ordem cronológica. Em geral, as explorações refletem os valores estéticos, história, crenças religiosas, e a vida cotidiana dos antigos egípcios, ao longo de toda a sua história como sendo uma das maiores civilizações que a humanidade já viu até hoje.
Quando foi criada em 1906, a seção de arte egípcia do MET, tinha como objetivo gerenciar o já considerável acervo de arte do antigo Egito do museu. A coleção foi crescendo desde 1874 graças às doações individuais de benfeitores e pela aquisição de coleções particulares (como a coleção de Drexel, em 1889, a coleção de Farman, em 1904, e a Coleção Ward em 1905). Bem como passou a fazer parte através da Egypt Exploration Fund, uma organização britânica, que a partir de 1895 em diante que realizou uma série de escavações arqueológicas no Egito e doou uma parte de suas descobertas ao MET.
A partir de então, a diretoria e o conselho de curadores do Museu estabeleceu uma série de expedições ao Egito para realizar escavações arqueológicas em diversos locais ao longo do Nilo. Na época, o governo egípcio (através do Serviço de Antiguidades Egípcias) dava concessões para organizações e instituições estrangeiras, desde que as descobertas resultantes fossem divididas meio a meio entre as instituições e o Museu Egípcio, no Cairo.
O Metropolitan Museum recebeu concessões para escavar onde se localizavam diversos sítios arqueológicos importantes que incluíam cemitérios, templos e palácios reais.  Em 1920, foi descoberto uma pequena câmara, no que posteriormente se descobriu ser o túmulo Meketre, então chanceler do Império Médio (c. 1990 aC).
A câmara continha um conjunto de 24 modelos de madeira pintada de barcos, jardins, figuras, e cenas da produção de alimentos que são mais detalhados do que qualquer outro encontrado antes ou depois. Dividido entre o Museu Egípcio, no Cairo e no Metropolitan Museum em Nova York, esses modelos estão entre os bens mais preciosos de ambas as coleções. É impressionante acreditar que aquilo tem 4000 anos de idade.
Também foram descobertos centenas de fragmentos de estátuas que uma vez adornavam o templo funerário de Hatshepsut, o faraó governou o egito durante a dinastia 18 (ca. 1473-1458 aC). E que foram meticulosamente remontadas, estas estátuas são algumas das grandes obras de arte egípcia que podem ser encontradas tanto em Nova Iorque como no Cairo.
Um dos locais mais interessantes na seção de egiptologia é o Templo de Dendur. Criado hà cerca de 15 a.C. pelo imperador romano Augusto para Cleópatra VII, a última das governantes do Egito ptolomaico. O templo foi construído em homenagem à deusa Ísis e se localizava originalmente na Baixa Núbia, cerca de cinquenta milhas ao sul de Assuã. O templo foi desmontado para salvá-lo da subida das águas do Lago Nasser, após a construção da Barragem do alto Assuã. E foi doada para os Estados Unidos como um presente do governo egípcio, em reconhecimento da contribuição americana para a campanha internacional para salvar os monumentos antigos de Nubian afetados pela construção da hidroelétrica.
Atualmente, além de interpretar e cuidar da coleção permanente de arte antiga egípcia, os funcionários do departamento de Arte Egípcia continuam a escavar em concessões do museu no Egito, conduzindo pesquisas e organizando exposições especiais. Muitas vezes através do empréstimo de coleções de todo o mundo.

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Egito no Brasil – Museu Nacional – Rio de Janeiro

O Brasil é um dos poucos países a manter intacta uma múmia do Antigo Egito. Isso porque os pesquisadores do Museu Nacional do Rio estão usando a tomografia computadorizada para desvendar os segredos guardados durante milhares de anos.
           É a maior coleção da América Latina. As relíquias do Egito Antigo foram compradas em 1826 por Dom Pedro I. Uma informação extraoficial, em uma de minhas visitas ao museu, uma funcionaria estava acompanhando um grupo especial de visitantes e explicava muitas coisas a eles que visitantes comuns não tinham acesso, percebendo isso eu e minha amiga resolvemos mantém proximidade a eles, para poder ouvir as explicações e acabamos ouvindo que essa coleção iria para a Argentina, mas foi confiscada por Dom Pedro I.

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América do Sul

Muitas civilizações nativas ao continente estabeleceram no período Pré-Conquista características e marcas que incluíam assentamentos permanentes ou urbanos, agricultura, e arquitetura cívica e monumental e complexas hierarquias sociais. Algumas dessas civilizações já tinham desaparecido antes da primeira chegada permanente dos europeus (c. final do século XV - início do século XVI), e são conhecidas apenas através de pesquisas arqueológicas. Outras foram contemporâneas com este período e também são conhecidos através de relatos históricos da época. Algumas, como os maias, tinham seus próprios registros escritos. No entanto, a maioria dos europeus da época viam esses textos como heréticos e muitos foram destruídos em piras cristãs. Apenas alguns documentos secretos continuam intactos, deixando os historiadores modernos, com lampejos dessas culturas e conhecimentos antigos.
O termo pré-colombiano é frequentemente utilizado especialmente no contexto das grandes civilizações indígenas das Américas, como as da Mesoamérica (os olmecas, os toltecas, os teotihuacanos, os zapotecas, os mixtecas, os astecas e os maias) e dos Andes (os incas, moches, chibchas, cañaris, Tehuelche) e mais conhecidas por nós como Tupinambá e Guaranis.


Museo Arqueológico y Antropológico de los Andes Meridionales - Bolivia

Um dos primeiros museus de Uyuni é o Museu arqueológico e antropológico do sul dos Andes, criado em 1994. No museu você pode encontrar tudo, desde livros, tecidos, utensílios e as "chullpas" (corpos mumificados), que foram encontrados na região. O que mais chama atenção são crânios com deformação tabular, encontrado nas montanhas do sul, datando entre 1000-1300 aC.
Na república da Bolívia, existem sítios arqueológicos com importantes restos de culturs regionais, cada uma das características próprias, em alguns casos das formas e desenhos plasmados tanto em sua cerâmica como em objetos de trabalho e materiais, demonstram que receberam a influcia de culturas de coletores, estas culturadas ainda não foram amplamente estudadas, elas teriam vivido na mesmo tempo da cultura Tiwanaku.

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Incas – Machu Picchu

Ao subir Machu Picchu que significa em quéchua “velha montanha”, é difícil não ficar perplexo com o maior sítio arqueológico da América Latina. Machu Picchu surpreende não só pela sua grandeza, mas por permitir que o viajante entre no mundo de magia desta avançada civilização. Com razão a “cidade perdida dos Incas”, erguida no século 15, é a principal atração peruana.
Sua localização estratégica, isolada e misteriosa faz de Machu Picchu um dos lugares mais enigmáticos do mundo. A principal pergunta é: como e para que os incas construíram 40 hectares de templos, terraços agrícolas e casa em um terreno acidentado a 2.380 metros de altitude? Tudo isso cercado pelo Rio Urubamba, o que aumenta o grau de sacrifício para o transporte das rochas.
A finalidade de construir a cidade nas alturas ainda é um mistério. São várias as hipóteses, a mais aceita é que a cidade sagrada funcionava como um centro administrativo do império inca, de onde ele supervisionava a economia das regiões conquistadas e que serviria de refúgio em caso de algum ataque. No local só viviam os incas mais cultos e só os alunos mais prodígios de todo o império Inca tinham a oportunidade de lá estudar.
Como não há registro da cidade pelos espanhóis, especula-se que Machu Picchu tenha caído no esquecimento após a decadência do Império Inca. Mesmo antes da chegada dos conquistadores, poucos sabiam da existência da cidade sagrada, apenas a nobreza e as acllas - em quéchua aqllasqa ou "escolhida", eram mulheres de beleza singular. Eram escolhidas em vários lugares do Império para servir ao Inca ou ao deus-Sol - que tampouco conseguiam chegar ao local.
O sitio arqueológico permaneceu no anonimato até 1911, quando, guiado por um menino de 10 anos, o historiador americano Hiram Bingham encontrou as ruinas. Totalmente coberta pelo mato e deteriorada pela ação do tempo, Machu Picchu ainda preservava intacta a base de sua arquitetura e algumas peças arqueológicas, que foram levadas pelo americano.

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Museu Arqueológico de Lomba Alta e Sítios arqueológicos de Santa Catarina

Quando os primeiros colonizadores chegaram em Santa Catarina, esta terra já era habitada por povos de diversas tribos indigenas, homens que habitavam nossas matas e florestas, e que a exemplo das demais regiões do país tiveram suas terras usurpadas, sendo tratados como animais pelo branco que aqui chegou e tomou posse de suas terras.
Destacamos cinco principais Etnias que ocupavam o estado e que de certa forma através de seus remanescentes habitam mesmo que de forma muito reduzida até hoje.
Os kaigangs que habitavam do extremo oeste até a região serrana avançando por parte do planalto norte e vale do itajai. Os Xoklengs, da região do vale do itajai, onde predominavam as florestas de mata atlântica. O povo Carijó (tupi-Guarani) que dispunham-se em Norte a Sul do Estado por toda nossa costa e litoral. Os Guaranis na região que vai do meio oeste ao extremo e os Sambaquieiros ou índios do Litoral.
Destas castas descendem os mais belos contos, hábitos e costumes que após serem mesclados com os hábitos de vida trazidos pelas mais de 53 etnias de Imigrantes que chegaram ao estado formam a base peculiar do povo Catarinense.

O museu de arqueologia da Lomba Alta reúne um grande acervo sobre os índios que habitaram o território onde hoje fica a cidade de Alfredo Wagner. 
 (Para ver mais fotos clique na foto abaixo)

4 comentários:

  1. Nossa Carol você e o máximo muito inteligente vejo muito sucesso em sua vida tenho certeza do teu sucesso beijo Regi

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  2. Caramba! Orgulho de colega. Goxtei do brogui vou seguir. Aliás, da pra estudar aqui. Hahah

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  3. A história realmente fascina, quanto mais pesquisamos e lemos, mais temos para estudar. Bela explanação, um resumo da história.
    Gostaria de deixar minha contribuição a tua pesquisa. Visitei o Museu do Louvre, em paris e lá temos um grande acervo egípcio, além de encontrar a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo. Tem o apartamento de Napoleão. Lá possui mais de 50 mil objetos, abrange os períodos desde o Antigo Egito até a arte copta(Cristãos egípcios), incluindo os períodos helenístico, romano e bizantino, e seu conjunto oferece uma ampla visão da cultura e sociedade egípcias em todos os seus aspectos. Este departamento foi criado em 1826 por decreto de Carlos X, impressionado pela atuação do egiptólogo Jean-François Champollion. O acervo cresceu com as remessas de achados arqueológicos das expedições francesas ao Egito.

    A coleção inclui arte, papiros, múmias, amuletos, vestuário, joalheria, instrumentos musicais, jogos e armas. Dentre as peças mais interessantes estão o famoso Escriba sentado, uma faca de pedra e marfim de Gebel-el Arak com punho decorado com cenas de guerra e de caça, a Estela do Rei Serpente, a cabeça do rei Djedefre, a estátua de Amenemhatankh, o Portador de oferendas, o busto de Aquenáton, e a estátua da deusa Hator, além de sarcófagos ricamente pintados, frascos para cosméticos e objetos votivos. Por Edson Iahn , historiador.

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  4. A história realmente fascina, quanto mais pesquisamos e lemos, mais temos para estudar. Bela explanação, um resumo da história.
    Gostaria de deixar minha contribuição a tua pesquisa. Visitei o Museu do Louvre, em paris e lá temos um grande acervo egípcio, além de encontrar a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo. Tem o apartamento de Napoleão. Lá possui mais de 50 mil objetos, abrange os períodos desde o Antigo Egito até a arte copta(Cristãos egípcios), incluindo os períodos helenístico, romano e bizantino, e seu conjunto oferece uma ampla visão da cultura e sociedade egípcias em todos os seus aspectos. Este departamento foi criado em 1826 por decreto de Carlos X, impressionado pela atuação do egiptólogo Jean-François Champollion. O acervo cresceu com as remessas de achados arqueológicos das expedições francesas ao Egito.

    A coleção inclui arte, papiros, múmias, amuletos, vestuário, joalheria, instrumentos musicais, jogos e armas. Dentre as peças mais interessantes estão o famoso Escriba sentado, uma faca de pedra e marfim de Gebel-el Arak com punho decorado com cenas de guerra e de caça, a Estela do Rei Serpente, a cabeça do rei Djedefre, a estátua de Amenemhatankh, o Portador de oferendas, o busto de Aquenáton, e a estátua da deusa Hator, além de sarcófagos ricamente pintados, frascos para cosméticos e objetos votivos. Por Edson Iahn , historiador.

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