terça-feira, janeiro 29, 2013

2011 - Florianópolis


Camelos.
Lição da Viagem: NUNCA, MAS NUNCA ACREDITAR QUANDO O LUCIANO FALAR QUE ALGUMA COISA FICA PERTO.
Bom, vamos iniciar pela promoção, na semana antes do show rolou uma promoção na RBS TV para entrar no camarim do kid e também ganhar dois ingressos. Eu queria participar e Su me deu a ideia de mandar alguma resposta no nome dela também e então ela me colocaria como acompanhante. Eu já iria ao show, mas a parte do camarim muito me interessava. É claro que achei a ideia ótima, mais chances de ganhar!
Na sexta feira, no Jornal do Almoço, para surpresa de todos Suzanne foi a vencedora da promoção com a minha frase, aliás, com a frase que o Hugo tinha me passado para colocar.
Su teria que ir ao show! Uhahuahuahu Não sei se era bem o que ela ou o Evandro queriam, mas foram, de bom coração e ainda puderam desfrutar de um maravilhoso show e Su pode conhecer Paula. (Dizem que Su a amou, só que não).

15/06 – Dia do Show
Fui ao Oftalmo, sim gente, eu tinha que ir ok?
Mas antes encontrei a Aline e ela me acompanhou. Sai do consultório sem enxergar muito, mas com a audição perfeita pude ouvir ao passar em frente ao local onde o sol iria ocorrer o solo de sax de dizer não é dizer sim. Jantamos e fomos encontrar Suzanne e Evandro que estavam chegando. Aline me disse que dava pra ir a pé da rodoviária ao shopping e como de carro é super perto pensei que poderíamos ir. Se arrependimento matasse...
Andamos e nunca chegava, o super perto, feito em pouquinhos minutos de carro eram seis, SEIS longos quilômetros, feitos recebendo no rosto fortes rajadas de vento. Meu cabelo mais uma vez era a imagem da tragédia. Chegar no shopping soava como vitória. Nunca fiquei tão feliz ao chegar no Beira Mar.
Do beira mar marcamos de encontrar Su na rodoviária e aproveitamos para nos trocar lá. Péssima ideia. Fomos nos trocar e enquanto estávamos no banheiro deve ter chego algum ônibus, pois chegaram ao banheiro de uma só vez uma 10 mulheres, apressadas e começaram a bater na porta, como eu estava sem a roupa demorei um pouco e elas batiam e xingavam, minha vontade era entrar no vaso e dar descarga para sumir dali. Nunca mais queria ter que sair daquele banheiro. Fiquei com vergonha delas acharem meu vestido curto e pensarem que eu era um puta de rua trocando de roupa na rodoviária e acho que foi exatamente o que elas pensaram. UHHUUHAHUAHUAHU
Consegui sair do banheiro, morrendo de vergonha e assim que eles chegaram fomos conferir a promoção e fomos levados direto ao camarim. Lá Paula nos recebeu e voltamos para o show (To sendo breve, pois o objetivo aqui não é falar do Kid Abelha, não é mesmo minha gente?) Depois do Show, voltamos ao camarim, desta vez sem a Suzanne, que já tinha retornado a Alfredo e então vimos Bruno e George. Nos reunimos com os outros fãs do Kid que estavam por lá e depois o pai da Ciça nos deixou na casa do Lu, em Canasvieiras.
Ao chegarmos em casa estávamos em êxtase, e Luciano nos divertiu com suas suposições e coincidência (só que não) com o Kid. Rimos muito.

16/06 – Nunca Acredite o Luciano
Acordamos e falamos de um dia escrever a bibliografia do Kid, gravar um filme, um documentário, sei lá... estávamos muito empolgados por causa do show ainda.  Segundo Luciano almoçamos: arroz, feijão, batata frita, alface, tomate e coca-cola. E depois resolvemos ir até Jurerê, pois era pertinho! O.o

Bom, descemos perto de uma pracinha, e fomos seguindo pela beira do mar, até que chegamos a algumas pedras, e logo não tinha mais como voltar e segundo em frente não tinha mais saída da praia pra rua, eram todas propriedades particulares, não queríamos ser presos. O caminho era cheio de pedras imensas, lisas e distantes umas das outras, em alguns momentos tínhamos que saltar. Tudo bem, mas devido a minha baixa visão eu tenho um pouco de dificuldade pra perceber a real profundidade, juro... quase chorei e é claro queria matar o Luciano. Andamos, andamos, encontramos um cara fumando maconha, passamos por ele e minha mãe ligou, tremi na hora que atendi... pensando que ela sentiria o cheio e pensaria que era eu Uhahuahuahu bobeira, mas então continuamos andando, andando, andando, e já estava quase ficando noite quando finalmente chegamos a um lugar que Luciano diz ser Jurerê, eu tenho minhas dúvidas, tiramos inúmeras fotos em um trapiche, para não perdemos totalmente nosso dia de passeio. 

Finalmente conseguimos sair da praia, mas se você pensa que nosso problema estava resolvido, você esta enganado. Ainda tínhamos que voltar e simplesmente não existe taxi naquela parte da cidade, tivemos que voltar tudo a pé, eu não queria estar na pele do Lu, que ouviu poucas e boas. Ao chegarmos em casa pegamos nossas coisas e fomos para o centro, pro Hi Hostel (não, não... a gente não excluiu o Lu de nossas vidas, apenas fomos para o centro, já que tínhamos o Hostel reservado, e combinamos de jantar com ele mais tarde.)

Nos acomodamos no centro e pegamos as orientações para ir até o Didge Steakhouse Pub, que fica na Beira Mar. Chegando lá existia uma imensa fila, aguardamos do lado de fora e lá Lu nos encontrou. O lugar é maravilhoso, a comida é uma delicia e pra completar ainda tinha uma banda tocando, que sério, parecia que tinha o playlist escolhido pela gente, só musicas boas! Foi uma noite perfeita! Na rua os músicos vieram falar conosco, já que pensaram que Aline era muito nova para saber tantas musicas antigas. Acabei descobrindo que um deles é descendente de Alfredo Wagner (o cara), além disso ele disse que pareço a Jennifer Aniston. LINDO! Huauhuahu Dane-se se não parece, temos que respeitar a opinião de todos, e na dele... eu pareço. Voltamos ao Hostel, Lu ficou conosco até umas cinco da manhã, para ficar mais seguro ele voltar para casa de ônibus.



17/06 – Centro Morto
Como de praxe em grandes cidades, o centro estava morto no domingo pela manhã, tivemos até dificuldade para encontrar algum local para comer, acabamos indo almoçar no Shopping. Depois pegamos um taxi e fomos passear, matando tempo enquanto a hora do ônibus não chegava. Ventava muito e nossas fotos perto da ponte não ficaram tão boas quanto desejávamos.  
Desse passeio só se salvou nossa noite no Didge e é claro a companhia dos meus amigos que me renderam boas risadas e momentos de alegria.

Carol Pereira

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