quinta-feira, janeiro 17, 2013

2011 - Barbacena


Por mim voltaria todo ano para minas, mas o que me atiçou foi uma promoção que a Aline encontrou, acho que em novembro de 2010... a passagem pra BH saiu por 9 reais o trecho, huahua uma pechincha, então programamos um encontro MP em solo mineiro, pra variar estávamos incompletas, mas o que vale é a diversão.
Desta vez faltou a Paula, que não pode aparecer por estar em SC.

O que teve:
Teve Aline exalando saque;
Teve Chuva;
Teve a Doutora Vanessa Dançando na boquinha da garrafa;
Teve o S Nigth;
Teve Macarena;
Teve fotos perdidas e misturadas;
Teve Choro pelo cachorro levado pelas águas;
Teve orações;
Teve Fafá de Belém misturada em nossas fotos;
Teve muita cantoria e comilança;


Em 2011 a viagem ficou marcada pela chuva, que apesar de ser mais branda em Minas devastava a serra fluminense e deixava minha vó em pânico, pensando que eu poderia ser a próxima manchete do Jornal Nacional: “Turista Catarinense morre em Minhas Gerais, arrastada pelas águas do Rio das Mortes, enquanto comia pão de queijo”.
Quem não lembra daquela senhora que estava sendo arrastada pelas águas, foi salva mas o cachorro morreu? Quem não lembra é feliz. Já eu... sempre lembro e choro.

07/01 – Cheguei no dia 6, mas não sei por que não tenho registro algum deste dia, provavelmente ficamos apenas de papo, passamos a madrugada fazendo o que fazemos de melhor, conversando e rindo muito. No dia sete foi dia de outras chegadas, no meio da tarde, de ônibus chega Vanessa e ao cair da noite fomos até Belo Horizonte buscar Aline.
Passamos a tarde toda curtindo a brisa do jardim da casa da Rá, colocando o papo em dia, afinal não nos víamos há tempos, eu não via Vanessa desde Garopaba e a Raíssa há ainda mais tempo, desde as férias de 2010. Como suportei? Não sei.
Depois fomos com um motorista, muito risonho, o senhor Duarte que topou aprontar junto conosco. Fizemos de conta que não tínhamos ido apanhar Aline no aeroporto, o colocamos lá com uma plaquinha e ficamos escondidas, apenas filmando a reação, ao não nos ver quando saiu com sua malinha. Aliás, quantas malas iguais a da Aline existem? (Veja o vídeo da cena no final)
Nosso plano teria dado certo em 100% se ela não tivesse reconhecido a blusa da Vanessa assim que entrou no carro. Mas mesmo assim foi divertido. Na volta para casa tenho certeza que o motorista pensou várias vezes em nos abandonar na estrada, pois deve ter ficado em duvida sobre nossa capacidade mental ou até mesmo sobre nossa índole. A viagem passou rápido e o papo se estendeu noite afora.

08/01 – Caos aéreo em BQ

Primeiro morremos de rir com Tia Márcia na piscina, é incrível como aquela mulher alegra todo mundo! Rolamos de rir com ela e depois fomos conhecer o aeroporto de BQ. Quase causamos outro caos aéreo, pois nunca viram tantos aviões naquele aeroporto (só que não).
A noite saímos com Ramon, Mariana e Matheus. Fomos a uma creperia, Crepearte o nome do lugar, lá ouvimos Have you ever seen the rain e lembramos da Dona Vera. O lugar tinha uma decoração bem diferente, bonita, autentica, tiramos várias fotos, foi uma noite bem divertida.


09/01 – S Night

Fomos almoçar na casa do Alexandre, também conhecido como Chez Lichea e na volta aproveitamos o domingo ensolarado em Barbacena para cair na piscina, que estava convidando há dias.
Fizemos um book fotográfico dentro d’agua, entre caras, bocas e muitas gargalhadas passamos a tarde. Fizemos até corrida dentro da piscina, (Raíssa ganhou, pois é a mais pernuda) parecíamos crianças. Quase ao anoitecer  Pri chegou na casa da Rá, ela e seu namorado, Boi. A noite tivemos o S Night. HUAHUAHUAhua com direito a batida e tudo, já que Paula tinha nos ensinado a fazer, em Garopaba. Dançamos Macarena, cantamos Have you ever seen the rain, eu e Vanessa dançamos até na boquinha da garrafa, lutamos street fight e provavelmente deixamos a “dotora” com a orelha vermelha a noite inteira, de tanto que falamos no nome dela.



10/01 – A gente canta bem pra cachorro

Vanessa iria embora já nesse dia, então fomos pra praça de BQ, esperar a hora do ônibus dela. Tive que ouvir a Aline falar: “Me chama de Lorelai que estou em Stars Hollow”, isso no coreto da praça. Tiramos algumas fotos, nos despedimos de Vanessa, alugamos um karaokê e fomos tocar o terror na casa da Rá. Simplesmente destruímos a MPB, avacalhando com todos seus clássicos, mas nos divertimos muito. Ponto alto: Aline cantando conga e fera ferida.  Acho que foi neste dia, no Jornal Nacional que chorei muito quando o cachorro morreu, fato este relembrado até hoje por minhas lindas amigas Aline e Raíssa.


11/01 – Saque

Neste dia fomos conhecer a Igreja de São José e tirei uma das fotos mais vexatórias da minha vida, foto a qual minha "ermã" expõe na sala da casa dela. É muito amor né? =P (acreditem, é ainda pior que esta ali do lado)
À noite fomos até o Hayao, um restaurante Japonês. Foi lá que tomei saque a primeira vez, não gostei, mas eu e Rá rimos muito ao presenciar o grande entrosamento que Aline e Iago tinham com ele. No final escondemos nossos bolinhos primavera que sobraram para não ter que pagar 1.50 por unidade que sobrava. Era como uma gincana, quem escondesse mais bolinhos ganhava, eles iam pra bolsa, para dentro de guardanapos e até pra dentro do vaso sanitário. Huahuauha na saída Aline e Iago mal conseguiam ficar de pé e como bons bêbados queriam provar que conseguiam fazer o 4. Hilário. Só não foi hilário eu dormir do lado da Aline e ela exalar saque a noite inteira.



12/01 – Comilança em Minas

Batemos perna pela cidade, já que acordamos tarde e provavelmente Aline estava de ressaca. =P
Fomo comer no shopping. BATATA FRITA e de la tinha uma vista maravilhosa da escola preparatória de cadetes do ar, uma obra imponte. Neste dia meu olho estava super ver, os dois (comentário dispensável  mas é que geralmente quando fica bem verde, fica só um =P) fomos também a uma loja onde comprei um All Star branco, mas tão branco, que eu tinha pena de andar com ele, pra não sujar. 
Tiramos foto em frente a uma Loja Chamada MP, foto em frente a Igreja Boa morte e fomos embora. A noite ainda jantaríamos no Gino’s e por uma falta de sorte tremenda não encontramos Geraldo, o simples garçom, pois ele havia torcido o pé e estava em casa, se tratando. Eu usava minha camiseta do Avaí e ninguém conhecia meu time lá, pensavam que eu era gaúcha. Aff.



13/01 – Igrejas de Minas

O dia 13 segundo Aline Dias Bernardes:.
“Não lembro que dia da semana, acho que foi uma quarta-feira que fomos pra São João Del Rei. Tava chovendo e lembro que eu levantei bem cedinho e tava já pronta e as duas dorminhocas (Carol e Raíssa) continuavam na cama e como continuava chovendo a gente voltou a dormir. E EU PRONTA JÁ SABE!!!! Tomamos café da manhã numa padaria no Centro e fomos pra São João num ônibus das 11h eu acho. Em SJDR choveu é claro e contratamos um guia turístico que de van nos levava pra conhecer todos os pontos turísticos da cidade. A Carol quis bancar a engraçadinha com uma feiticeira automática que tinha na igreja nº 200 que entramos e o negócio tava ligado. Ela morreu de vergonha auahhauhuhua. Lembro que tiramos fotos na frente do Solar dos Tancredo.“ (Bernardes, 2013)




A Aline se enganou no dia da semana, na verdade fomos viver a história barroca em uma quinta feira, mas todo o resto é verdade. Eu e Raíssa estávamos enrolando pra sair de nossas camas, já que estava chovendo. Acabamos indo apenas mais tarde, e Mariana amiga de Raíssa nos acompanhou. Então, Aline, Iago, Raíssa, Mariana, Ighor e eu seguimos, desta vez de ônibus, para São João del Rey.
Na igreja eu quis fazer graça com uma enceradeira (ou feiticeira como diz a Aline) e ela acabou ligando, quando morri de vergonha e de susto. (Sim, eu sempre faço essas coisas). Também nessa mesma igreja, recebi um recado de voz, e era o João Marcelo falando “Cól, te amo e to com saudade” achei a coisa mais linda e morri de saudades de casa. Todo o passeio acontece embaixo de chuva, mas mesmo assim São João não perdeu seus encantos, continua linda e cheia de ouro, muito ouro, “inchalá”.
Quando chegamos em casa recebemos a visita da Ju, uma grande amiga da Rá.

14/01 – Dia da Janta com Selma

Durante a tarde fomos ao salão de beleza, não para aumentar nossa beleza, pois este acredito ser um caso sem solução, mas para encontrar a Tia Márcia e a Rá fazer algo, que minha falha memória não recorda. Lá achei interessante a camisetas da mulheres, com a frase: “Faça sua cabeça”. (Será que o salão era do D2? Brincadeira huaha)
Depois fomos para casa nos arrumar para nosso “date” com Selma. Como já mencionei em outro texto sobre Minas, Selma é um ícone barbacenense, pelo menos pra quem conhece a Raíssa. Aline estava afoita para conhece-la, e eu... bem... eu estava receosa  já que em nosso último encontro ela havia me jogado no cocô de cachorro. (zoaaa)
Jantamos na casa do Alexandre, comida sempre maravilhosa, e neste dia as companhias mais que especiais. Rimos muito, a noite inteira, com a boquinha de risada, de uma amiga de Selma. Tiramos inúmeras fotos, e quase magoei Aline contando sobre a viagem de Garopaba. Selma se acabava de rir e dizia “Essa garota perde a amiga, mas não perde a piada”. Aline, aproveito o momento para de desculpar novamente. Mas é uma história engraçada, não? =p
Bom Raíssa não exagerou nos contando sobre Selma, realmente é uma pessoa maravilhosa.


15/01- Aline “beiçolinha” se despede

Pela manhã ficamos em casa, patetiando, vendo algumas fotos da viagem, já reveladas e tirando fotos com o Buque de flores, eu e Aline carentes, fazendo de conta que tínhamos recebido ele de algum admirador secreto. Sim, temos tempo.
Aproveitamos para juntar as fotos e ao fazer isso alguns arquivos de cartões de memória diferentes tinham o mesmo nome, e a lambança foi grande. Perdemos algumas fotos, e outras ficaram misturas. Estão assim até hoje, um caos.
A tarde, hora da despedida. Como de praxe é muito difícil se despedir da Aline, sempre da vontade de chorar e depois muita vontade de rir, quando ela faz a “beiçolinha”, que começa a tremer. Tadinha. Bom, eu odeio despedidas.

16/01 – Trilha Frustrada

Eu e Iago havíamos combinando com muita antecedência que quando eu voltasse a BQ faríamos uma trilha de bicicleta, deixamos para o ultimo dia, pois Aline não sabe andar de bice (sabem, a historia da filha do porteiro, blá blá blá). Mas depois de chegarmos do almoço, novamente no Chez Lichea, a chuva não deu trégua e apesar de já estarmos prontos, vestidos como esportistas, não fomos. Ficamos apenas em casa aquele dia, bom para conversar e curtir meu ultimo dia com meus amigos. No dia 17 deixei Minas, rumo ao Rio.
Temo muita saudade de Minas e de minha família mineira. S2

Assista aos melhores momentos: 




Carol Pereira

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