quarta-feira, junho 29, 2016

Hiking Cambirela - Grande Florianópolis vista de cima



Dia 26 de junho foi o dia de subir o Cambirela. Eu achava que seria fácil e que todas as histórias de dificuldade, de pessoas que se perderam, de recomendações do guia eram exagero, porém, eu estava muito enganada. O Cambirela foi simplesmente uma das trilhas mais punks da minha vida. Foram mais de 8 horas de atividade, para percorrer 7,6 km e chegar a uma elevação de 1043 metros – vale lembrar que partimos de uma elevação quase zero, pois estávamos praticamente ao nível do mar.

De acordo com o que é indicado, subimos com guia, dois na verdade, Mike e Alex, que foram essenciais para que realizássemos o caminho em absoluta segurança.
Existem 3 trilhas que dão acesso ao Cambirela – pode por ser visto na imagem abaixo -  e nós subimos pela trilha 1 conhecida como trilha do Furadinho, que de acordo com nosso guia Mike, apesar de ser a mais longa era a mais segura, já que ela exigia menos técnicas de escalada.

Em vermelho as vias de acesso até o topo do Cambirela, Trilha 1 é também conhecida como trilha do Furadinho

Ao fundo Monte Cambirela
Em uma rápida pesquisa ainda na etapa de preparação, todos os sites diziam que é necessário ter um bom preparo físico para se aventurar na subida, logo, estamos de parabéns, pois todos do Grupo “Só para os Fortes” chegaram ao topo – é claro que no dia seguinte existiam relatos de dores, hematomas, atropelamentos por caminhões, mas completamos a missão.

Nosso encontro estava marcado para as 7:30 da manhã em Palhoça, então saímos de Alfredo as 6:00 horas. Lá encontramos o resto da turma que vinha de Floripa, Rio do Sul e da própria Palhoça. Enquanto os motoristas levavam os carros para um estacionamento o outro grupo seguia, margeamos a BR até o local onde nos encontraríamos novamente.
Depois de algumas dicas e do alongamento, iniciamos nossa aventura de conquista do Cambirela. O nome Cambirela é de origem do povo tupi guarani que significa “grande seio”, devido a sua altura e beleza, o morro ficou nacionalmente conhecido no ano de 2013 quando em julho daquele ano, 106 cidades catarinenses tiveram a ocorrência da neve, entre elas Palhoça. O Morro do Cambirela com seu topo coberto de neve ficou conhecido como os Alpes Catarinenses e fez com que muitas fotos tiradas a partir da ilha de Florianópolis parecessem montagem, pois não é comum ver paisagens típicas da ilha com neve ao fundo.

Foto de 2013 com o topo do Monte Cambirela coberto pela neve que caiu em muitas cidades do estado de Santa Catarina
A subida inicia leve, mas à medida que avançamos a dificuldade vai avançando também. São subidas intermináveis, repletas de pedras, raízes, troncos caídos, cipós e outros obstáculos que exigem muito de pernas, braços e equilíbrio.
Na subida de um barranco cheio de pedras e raízes eu escorreguei e cai feio, bati de bunda no chão e fui escorregando – e me relando – pedra abaixo, só parei quando Valquiria e Márcio me seguraram evitando que eu caísse da pedra e me machucasse ainda mais. Doeu, me assustei, mas sem maiores problemas segui viagem – na queda quebrei também a tela do meu celular, pasmem, pela terceira vez.


A subida continuou, com mais algumas paradas, mais alguns obstáculos e a medida que subíamos a paisagem começava a se revelar. Aos poucos começamos a ver o mar, depois a ilha, as pontes e ao chegarmos ao topo encontramos um céu com poucas nuvens e uma paisagem espetacular.

Lá em cima almoçamos, tiramos inúmeras fotos e apreciamos a paisagem. Deve ser muito bacana acampar lá em cima, curtir um pôr do sol, ver as luzes da cidade lá embaixo aos poucos se acenderem e no outro dia o sol nascer, mas ainda não foi dessa vez. Tínhamos que retornar e a descida exigia ainda mais de nosso preparo físico.

Topo do Cambirela dominado pelo povo de Alfredo Wagner
Somei mais alguns tombos na descida e coloquei a culpa no solado da minha bota, que apesar de ser própria para trilhas não tinha aderência nenhuma naquele tipo de terreno repleto de pedras e raízes.
O ponto de maior adrenalina da volta foi quando descemos pendurados por uma corda, foi um rapel radical no alto do Cambirela, tudo assistido por nossos guias que tinham como maior preocupação nossa segurança.

No caminho de ida tínhamos encontrado logo no início duas mulheres, que haviam sido deixadas para trás pelos pastores com quem estavam. Na volta ainda a encontramos subindo, as duas pobres ovelhas desgarradas estavam pouco acima da metade do trajeto de ida e provavelmente escureceria e elas ainda estariam na trilha, ficamos preocupadas, mas elas não demonstraram querer nos acompanhar. Andamos mais um pouco e fomos alcançadas por dois pastores, que desconfiamos ser os que as estavam acompanhando, eles desciam rapidamente e passaram pela gente – não sem antes fazer algumas previsões sobre nosso futuro – sem se preocupar com as duas fiéis que ficaram abandonadas pelo caminho. Não tivemos mais notícias delas, nem relatos de buscas do Arcanjo pela região do Cambirela na segunda-feira, portanto achamos que elas acabaram ficando bem.


Durante a volta estávamos exaustos, porém não perdíamos a irreverência, apesar das dores ainda ríamos, cantávamos e nos divertíamos.
Ao chegar no carro, Moka nos aguardava com algumas cervejas para a hidratação e ficamos mais alguns momentos aos pés do gigante que vencemos naquele dia. Participantes da aventura: Valneide, Vera, Valquiria, Marcio, Valdete, Valdir, Bete, Marlete, Manu, Rafa, Elisa, Paulo, Thay, Lezinho, eu, os dois guias e mais um menino que acompanhava os guias.
Sensação da trilha: Minha calça que causou muita inveja em dona Valneide.

Já estamos ansiosos pelo próximo desafio do grupo “Só para os Fortes”.
Extras: Cobertura completa da trilha para o TJ Notícias da UFSC com a repórter Manuella Mariani
e entrevista com Valneide Cunha Campos, grande criadora de todas as trilhas. 




quinta-feira, junho 23, 2016

4º ano vespertino

Me chamo Luiza e sou muito corajosa, minha cor favorita é o roxo e meus olhos são azuis. Posso ficar invisível e respirar debaixo d'água. Meu cachorro se chama Toby. Meus piores inimigos são o Capitão Negro e a Mulher de Preto. Os meus melhores amigos são, o Capitão Amigo e a Mulher Maravilha. 

O meu nome é Paola, gosto de ajudar as pessoas porque quando eu preciso elas também me ajudam. Meus superpoderes são; voo, invisibilidade, super força e bondade.
Eu uso vários tipos de acessórios como; batom rosa choque, pulseiras de várias cores, schorts azuis, sapatos de salto alto e blusas bastante coloridas.
As minhas características são olhos castanhos, magra, cabelos cor de bordo e mechas azuis, pele clara e tenho 19 anos. 
Os meus inimigos são a Malévola e o Urso Negro.

Lari Flaurs

Nome Real - Larissa Flores
Objetivo: Acabar com a poluição e encher o mundo de árvores e flores. Quer um mundo melhor e sem poluição. Tenho Cabelo castanho e olhos verdes, tenho 10 anos e alguns poderes mas o que eu mais quero é encher o mundo com o amor e a paz. Minhas cores preferidas são Rosa Pink, Rosa Chiclete e Rosa Bebe. Sou princesa e meus super poderes são: Tenho quatro poderes, atiro com minhas mãos raios coloridos que se transformam em raios e flores, fico invisível e posso voar, tenho uma coroa mágica é o que me da todos esses poderes. Minha pior inimiga é a poluição.  

CAPITÃO ANIMAL O MAIORAL
Meu nome é Capitão Animal eu tenho o Super Poder de força,raio lazer nos olhos e posso voar .
Eu moro em uma caverna no Alasca no Monte Evereste sou de um planeta chamado Animon,meu planeta explodiu,por causa de um cientista que tentou fazer uma maquina que criava animais mas ao contrario disso ele criou uma maquina que explodiria o meu planeta .e.Ele fez uma cápsula que me tirou de meus pais elogo em seguida houve uma explosão em meu planeta,matando tudo o que havia nele. A cápsula levou-me para o planeta terra lá eu vi muitas coisas ruins e por isso eu luto para que haja paz no planeta terra

ESTA E MINHA VIDA 

O MEU NOME É MALEVOLA EU TENHO 19 ANOS MEU CABELO É CASTANHO, MEUS OLHOS SÃO VERDES , MEUS PAIS SÃO URSULA NEGRA E HOMEM DE PRETO , EU TENHO SUPER PODERES QUE É VOAR , EU MORO EM LAGES , EU SOU ALTA ,E MAGRA EU TAMBÉM GOSTO DE SALVAR O MUNDO DOS VILÕES QUE QUEREM DERROTAR O MUNDO PARA PEGAR O QUE QUEREM E DAR TUDO PARA O SEU CHEFE .PRICILA

Minha heroina se chama Hua-Mulan mais conhecida como Mulan ela tem leques que viram facas, um cavalo muito determinado e a espada de Shan-Yu um dos piores unos, ela tem cabelos pretos usa vestido verde com faixa azul sapatos azuis, e ela adora ensinar Karatê para as crianças, o nome do cachorro dela é irmãozinhos, o nome do marido del Mulan é Li Shang, Mulan salvou a China e ganhou o amuleto do Imperador, e ele se curvou para Mulan, assim ela ganhou o respeito de todos porque está sempre pronta para ajudar!  

Minha super heroína é Raissa
Minha heroína é morena , magra , gosta de tocar violão sentada.
Raissa Luiza Rabelo

A super heroína Lis. Liz é muito corajosa, adora viajar e se aventura em várias florestas. Seus olhos são verdes, seu cabelo castanho e suas cores preferidas de roupa são roxo e preto. Ela adora pedras preciosas, sua preferida é a zafira. Ela mora em uma caverna, vive sozinha.

Eu me chamo Jake eu tenho um sabre de luz, tenho amigos que comigo ajudam a salvar as pessoas e meu inimigo é terrivel há muitos há muitas lutas
Para salvar as pessoas eu criei uma nave espacial ,nos lutamos nas estrelas o nome do grupo é Star Wors e o nosso inimigo é o Victor todo mundo tem raiva dele.
Fizemos um microscópio para vigiar o victor por que eles queriam estrelas e ele não mandava para océu nós colocamos sabres de lusez na nave e nos matamos ele , e mandamos as estrelas 

Matheus Santos Melo 
oi meu nome é Claudio,tenho 7 anos,meus cabelos são castanhos,tenho uma bicicleta motorizada,queria ter superpoderes,meu herói favorito é o Capitão América.tenho uma máscara do Homem de Ferro,tenho uma baleinha de brinquedo,ajudo as pessoas quando elas precisam,também quero viajar para muitos lugares,não só no meu país mas sim no mundo todo,moro em uma casa na Beira-Rio em Alfredo Wagner.eu sou muito rápido,esperto e engraçado,meu objetivo é ter uma profissão para ter dinheiro e ajudar minha família. José Pedro

Meu nome é Zafira, moro em um pequena cidade do sul de Santa Catarina.
Minha vida nunca foi muito fácil, cresci vendo crianças morrendo de fome e sede, tudo por causa da irresponsabilidade e da ganância dos seres humanos que destruíram com as natureza, consequentemente com a água, o ar e todo o planeta. Devido a isso aumentou muito a violência e por muito pouco pessoas matam por menos que um copo de água.
Quando criança sonhava crescer e mudar tudo isso.
Hoje não tenho super poderes, mas com minha força de vontade e alegria de ver minhas crianças felizes e nutridas já me realizam.
Se você quiser me conhecer será fácil me identificar, estou sempre em meu bairro ajudando quem precisa. Sou loira, baixa e muito magra e estou sempre carregando alguma coisa para alguém.
Para quem quiser me atingir pode acreditar crio super poderes para me defender.
Heroína do Pop...

Sou uma princesa,me chamo Merida,tenho olhos verdes com lindos cílios,longos cabelos ruivos,sou magra,tenho vinte anos e adoro batom vermelho.Quando não estou combatendo o crime em Orlando sou uma estrela do pop.Ajudo os outros porque quando morava na Inglaterra minha mãe não acreditou em mim e lá hava muita pobreza e pessoas passando fome.Meu inimigo é um homem chamado Rock -Mof que cria um Acuma que é uma borboleta inocente que é transformada em pura maldade,e o lança sobre seus iponentes.Minhas armas são facas,um pó que faz os vilões entrarem em um sono profundo.

CAPITÃO ANIMAL O MAIORAL
Meu nome é Capitão Animal eu tenho o Super Poder de força,raio lazer nos olhos e posso voar .
Eu moro em uma caverna no Alasca no Monte Evereste sou de um planeta chamado Animon,meu planeta explodiu,por causa de um cientista que tentou fazer uma maquina que criava animais mas ao contrario disso ele criou uma maquina que explodiria o meu planeta .e.Ele fez uma cápsula que me tirou de meus pais elogo em seguida houve uma explosão em meu planeta,matando tudo o que havia nele. A cápsula levou-me para o planeta terra lá eu vi muitas coisas ruins e por isso eu luto para que haja paz no planeta terra

Minha heroína 
Meu nome é Patty , gosto de ajudar as pessoas pobres que precisam da minha ajuda .Sou patricinha tenho cabelo liso preto gosto da cor vermelha tenho cílios grandes , olhos castanhos esverdeados , gosto de batom vermelho , sou magra e tenho 18 anos.
Meu super poder é a beleza quando meus inimigos olham para mim eles desmaiam . Meu maior inimigo é Poul ele matou meu pai e meu irmão o nome do meu pai é Roberto e do meu irmão é Gabriel.
Laura Thiesen da Silva
A super Bela ( Júlia da Silva)

A minha heroína tem olhos azuis cabelos pretos usa óculos cor vinho e ela gosta de batom e flores.
Ela trabalha com médica e tem um poder especial transformar água em remédio.
Mora em Nova York e tem uma caverna debaixo da casa dela cheia de armas , espadas etc.
Ela tem uma liga com heróis e heroínas e com a Patty Pou , Marida , Paola ,Mulam. E outros
Ela quer acabar com as doenças a fome e a sede e as injustiças do mundo.
O meu se chama Caleb é muito forte,usa óculos,é musculoso,tem cabelo castanho,o olhos azuis o braços pequenos, consegui levantar 10 toneladas e moro numa torre no meio da cidade,la vejo os seus inimigos, ajudo as pessoas da minha cidade. GUILHERME
NINA A AVENTUREIRA
NINA E UMA AVENTUREIRA QUE MORA EM CAVERNAS SUB AQUATICAS ELA TEM UM ANIMAL AVENTUREIRO QUE AJUDA ELA NAS AVENTURAS O NOME DELE E BOLOTA .ELA AJUDA OS POBRES DANDO AGUA COMIDA .ELA USA OCULOS,CABELOS CASTANHOS E OLHOS VERDES .ELA GOSTA DE USAR ROUPA COLORIDA ,TEM UM CAVALO VOADOR PARA AJUDAREM SUAS MISSOES ELA CONTA COM UM PRINCIPE QUE LUTA COM ELA PARA DERROTAR OS INIMIGOS.
OS INIMIGOS DELA SÃO O HOMEM COSMICO E O HOMEM CAVEIRA,COM SUA MOTO DE AGUA.
ELA AJUDA A TODOS PARA O BEM DA UMANIDADE. YURI
O MEU MOME É MALIVIA GOSTA MUITO DE LER DE COMER MAÇA E MORA EM ALFREDO WOGNER, SANTA CATARINA O NOME DE SEUS PAIS SÃO VALDEMAR E BENAIA LINE SEUS PPODERES É AMO E AMIZADE A RAUDUI TODO E ACHAM BEMITOE DESTROEM A AMIZADA DOS OUTROS EMINHAS PROFERIDA E AZUI E VEMENHO EU ÓCOLOS.
Meu nome e Jubiscleiso eu moro em Ituporanga e tenho 18 meu cabelo e escuro e tenho olhos mais verdes que a grama de manhã e a tarde me passo por jubiscleiso .A noite eu sou o Cheiti, os meus poderes são super força,transforma-se em qualquer coisa e tem raio lazer objetivo dele e não deixar o Surfista-Pratiado destruir o mundo.Um dia o Surfista-Pratia criou um exérsito de robos pra destruir o mundo e lá veio o Cheiti e chamou seus parceiros ROBIN,SUPER-HOMEM E BATMAN e juntos eles derotaram o exército de robos e quando foram procurar o SURFISTA ELE TINHA FUGIDO.
O NOME DA MINHA SUPER HEROINA É LAISSA ELA,É MAGRA , TEM CABELO PRETO, TEM PODER DE SALVAR OS ANIMAIS. ELA GOSTA DE IR A ESCOLA E TAMBÉM DE PENTEAR OS CABELO, TEM OLHOS AZUIS E TAMBÉM AJUDA MUITO AS PESSOAS, TEM MUITAS AMIGAS.
ESTA E MINHA VIDA 

O MEU NOME É MALEVOLA EU TENHO 19 ANOS MEU CABELO É CASTANHO, MEUS OLHOS SÃO VERDES , MEUS PAIS SÃO URSULA NEGRA E HOMEM DE PRETO , EU TENHO SUPER PODERES QUE É VOAR , EU MORO EM LAGES , EU SOU ALTA ,E MAGRA EU TAMBÉM GOSTO DE SALVAR O MUNDO DOS VILÕES QUE QUEREM DERROTAR O MUNDO PARA PEGAR O QUE QUEREM E DAR TUDO PARA O SEU CHEFE .PRICILA

Eva Schneider em: O Terrível Martinho Bugreiro


                No verão era muito quente na nova casa de Eva, então às vezes, para se refrescar a menina se jogava no rio. E foi em um desses banhos que uma coisa diferente aconteceu. Primeiro ela viu algo se mexendo no meio do mato, mas não conseguiu identificar se era um animal; depois de outro mergulho ela notou dois pequenos olhinhos observando-a do meio das flores de caeté. Ela ficou muito assustada e saiu correndo para dentro de casa. Sua tia Matilda logo foi procurar saber o que deixou a menina assustada daquele jeito.
Quando Eva contou o que tinha visto, a tia disse:
- Ah isso só pode ser bugre minha filha. Melhor você não voltar lá.
Eva não sabia o que era um bugre e Matilda voltou para cozinha antes dela ter tempo de perguntar-lhe do que se tratava.
Correu para o quarto e foi procurar nos seus livros. Folheou diversos sem encontrar o significava. Já estava quase desistindo quando encontrou a resposta em um almanaque que havia sido distribuído na colônia há algum tempo.
Bugres eram índios, pessoas que habitavam aquelas terras antes dos colonos chegarem ali. O almanaque dizia que eles atacavam os colonos, que faziam flechas com pontas de pedras, que viviam da caça, da coleta de frutos e da pesca. Tinha até um retrato: tinham a pele mais escura, e os cabelos pretos e lisos. Eva foi dormir intrigada.
No dia seguinte, ela mal podia esperar a hora de ajudar a tia a tirar a mesa do café para correr até o rio. Levou consigo o chapéu de seu pai e, em uma bolsa uma calça que tinha feito há algum tempo, pois não gostava de andar de saia no mato. Trocou a roupa e guardou a sacola, para depois trocar novamente antes de voltar para casa.
Ela já estava escondida no mato há quase uma hora, quando ouviu passos, vindos mais ou menos da direção de onde tinha visto os olhinhos no dia anterior. Os passos foram ficando mais audíveis. O som competia com o das batidas fortes de seu coração acelerado. Foi quando uma mão se colocou levemente em seu ombro. Seu coração quase parou por um momento. Em um segundo se fez muitas perguntas:
-          Quem seria?
-          Sua tia teria a pego de calça no meio do mato?
-          Seria um bugre?
Quando ela se voltou para trás viu uma menina, de cabelos lisos e escuros, de pele da cor de pinhão, seminua e que colocava o dedo indicador em frente a boca, pedindo que Eva ficasse em silêncio.
-          Meu Deus! Era um bugre!
Eva viu nos olhos da menina que não precisava sentir medo. A garotinha parecia mais assustada do que ela mesma. Em seguida, um menino menor que a menina, saiu do meio do mato, onde os dois pareciam estar escondidos. A menina puxou Eva pedindo para que ela se abaixasse e os três ficaram ali, acocorados e em silêncio, até que um disparo de arma de fogo foi ouvido. Eva tremia e os dois indiozinhos começaram a chorar.
O menino levantou a cabeça e com um gesto chamou a menina. Eva não conseguiu identificar para onde eles estavam olhando e então percebeu que eles voltaram para o meio do mato. Ela ainda permaneceu alguns instantes ali, ainda sem entender o que acabara de acontecer. Foi então que se deu conta de que o tiro também poderia ter sido ouvido na casa dos tios e se apressou em apanhar a saia e retornar.
Ao chegar em casa seus tios estavam à sua procura e correram ao seu encontro ao avistá-la. Tia Matilde disse que Martinho Bugreiro estava por perto:
- Ele anda pelo meio do mato caçando os terríveis bugres.
Nesse momento tudo ficou claro na cabeça de Eva. Os índios estavam fugindo dele, o bugreiro, é claro! Ele estava caçando-os.
No dia seguinte, Eva foi novamente para o local do encontro, ficou lá por horas, mas as crianças não apareceram.
No domingo, como de costume, ela e os tios foram para a missa na igreja na Vila do Barracão. Lá o assunto era um só: todos falavam sobre as proezas de Martinho Bugreiro.
O frei daquela igreja era muito amigo de Albert e Matilda, tinha um carinho especial por Eva e sempre que a via na missa, ia conversar com a menina.
E ela logo foi perguntando quem era esse tal de Martinho Bugreiro, caçador de índios.
O frei explicou que Martinho era um homem pago pelo governo para matar os bugres que perturbavam e até mesmo matavam os colonos. Eva não entendia como poderia parecer certo para o governador, pagar alguém para matar os donos da terra, mas aparentemente todos os outros achavam isso correto.
Na saída da missa ela ouviu de seu Mathias, o dono da venda, uma história contada de uma forma bem dramática:
- O ataque aos índios pelo bando de Martinho segue sempre o mesmo ritual. Os bugreiros perseguem o grupo a que desejam dar cabo e depois de encontrá-lo, ficam acantonados durante horas, sem conversar ou fumar, esperando o melhor momento para surpreender os índios em um ataque fulminante. Esse momento, é normalmente, quando o dia está para nascer. Enquanto os bugres estão entregues ao sono mais pesado, é que se dá o assalto.
Eva se aproximou para ouvir melhor o que seu Mathias falava.
- Primeiro cortam as cordas dos arcos, depois iniciam a matança. Acordados a tiros e a golpe de facão, os índios não têm qualquer chance de defesa. Os bugreiros costumam dizer que cortar carne de bugre é igual a cortar bananeira, pois ambas são bem macias. Após matar todos os homens adultos, prendem e levam para a capital as mulheres e crianças. Antes disso Martinho ainda corta as orelhas dos mortos, e as coloca dentro de um pacote de couro com sal e leva ao governo para dar provas do trabalho feito e receber a recompensa.
Eva terminou de ouvir a história com os olhos arregalados. E concluiu que, Martinho Bugreiro era um homem terrível!
Ao voltar para casa passou a tarde toda perto do rio, esperando encontrar os bugrinhos. Só retornou quando a noite já estava caindo; eles não apareceram. Então depois de jantar ela foi para o quarto. A noite estava bem clara, da janela ela podia ver a lua cheia, muito bonita no céu.
Todos costumam dormir com a janela aberta nas noites quentes do verão e, para se proteger dos mosquitos, em toda cama tinha um mosquiteiro, e era através dele que Eva observava a lua e tentava imaginar onde seus amigos poderiam estar. Adormeceu.
No meio da noite ela foi acordada por um “psiu, psiu”. Abriu os olhos, mas não conseguiu ver nada. Já estava quase adormecendo novamente quando olhou para a janela e percebeu a silhueta da indiazinha que lhe fez sinal com a mão, chamando-a para a rua. Calçou os tamancos, pegou o chapéu e, de camisolão branco, pulou a janela e se colocou ao lado da menina.
A indiazinha puxou Eva pela mão, que a princípio ficou tensa e não andou, porém logo depois, aquilo dentro dela que sempre pedia por aventura fez com que suas pernas se movessem acompanhando os passos apressados atrás da menina.
Eva não conseguia entender o que a menina falava, aquilo não era alemão, nem português, e achou que poderia ser tupi. Lembrou que no almanaque dizia que os índios também tinham línguas próprias e uma delas era o tupi. Quando Eva se deu conta elas já estavam no meio da mata fechada e a índia fez um sinal para que parassem e mandou observar uma espécie de clareira. Ali havia uma fogueira, alguns homens bebendo e em um canto amarrado, reconheceu o indiozinho que tinha visto junto com a menina no rio, e ficou perplexa.
Os olhos da menina estavam cheios de lágrimas e Eva, mesmo sem saber uma palavra sequer em tupi, usou um gesto que pode ser compreendido em todas as línguas: Abraçou a nova amiga! E, mesmo sabendo que não seria compreendida, disse: “Tudo vai ficar bem”.
Eva então teve ideia de usar a mesma tática dos bugreiros, para salvar o menino. Ela pretendia ficar, então, escondida até que eles pegarem no sono, para depois atacar. Mas, como uma menina de doze anos e uma indiazinha, sozinhas, iriam atacar um bando de oito homens malvados e armados? Ela pensou em chamar o tio para ajudar, mas certamente ele nunca viria.
Eva observou tudo. Viu algumas armas em um canto. Mas no entanto ela não sabia atirar e jamais teria coragem de fazê-lo. Viu também um saco com pólvora perto das armas e teve uma ideia. Com sinais pediu ajuda para a indiazinha e a menina sorrateiramente se arrastou e trouxe o saco de pólvora.
Aguardaram até que todos dormissem, o que demorou a acontecer, pois ficaram por muito tempo bebendo vinho e pinga. Eva tirou seu chapéu e deixou escondidinho atrás de uma pedra. A primeira coisa a fazer seria soltar o menino e sair em disparada para casa, imaginava a pequena aventureira.
Assim que o bando adormeceu as meninas foram pé ante pé sem fazer barulho até onde estava o menino e cortaram, as cordas que o prendiam. Quando os três estavam saindo um galho se quebrou sob seus pés e o ruído acordou um dos homens de Martinho. Eva olhou para os lados e já não viu mais os índios. Agora sozinha precisava colocar em prática a segunda parte do seu plano. Em uma fração de segundos pegou um punhado de pólvora e jogou na fogueira; provocando uma série de explosões, faíscas e muita fumaça. O barulho acordou os homens que ficaram desnorteados. sem dar tempo deles se recuperarem, Eva jogou mais  dois punhados de pólvora no meio da fogueira e atirou o saco, bem próximo do fogo. Enquanto corria por trás da nuvem de fumaça, tropeçou em uma sacola de couro com um cheiro muito ruim e percebeu que deveria ser o saco onde Martinho guardava as orelhas dos índios para pedir o pagamento junto ao governo. A menina não pensou duas vezes e carregou a sacola consigo, apanhou o chapéu e correu para casa. Já longe da clareira ainda ouviu uma grande explosão, que só poderia ter sido provocada quando o fogo atingiu o resto da pólvora. No meio do caminho encontrou os dois indiozinhos e os três seguiram juntos até a casa de Eva. Chegando lá, escondeu a sacola na rua e pretendia levar os índios para dentro de casa, porém foi surpreendida por sua tia na janela de seu quarto. Quando os índios avistaram a tia, correram para se esconder.
Matilda estava com cara de poucos amigos e olhando para Eva falou:
- O que você aprontou?
A menina não vacilou e contou toda a história. A cada palavra, a tia ficava mais pálida, não acreditando na loucura que menina fez ao se aproximar de assassinos como aqueles. No final Eva implorou para que sua tia aceitasse que os indiozinhos ficassem com eles, pelo menos por aquela noite. A tia falou que era cristã e que apenas por aquela noite acolheria as crianças, mas antes, teriam que dar fim na sacola de couro de Martinho.
Eva chamou os indiozinhos, que foram até ela cheios de receio, a tia olhou escabreada, mas teve seu coração amolecido quando o garotinho agarrou sua perna e deu um suspiro.
Pegaram então uma enxada e foram enterrar a sacola. Não abriram para ver quantos pares de orelha estavam lá dentro, mas os indiozinhos choravam, pois, certamente boa parte de sua família foi dizimada pelos bugreiros.
O dia seguinte, nem bem tinha amanhecido e o tio Albert, que dormiu como uma pedra enquanto tudo aquilo acontecia, já estava a caminho da vila, para comprar mantimentos que faltavam em casa. Quando retornou, contou que no Barracão só se falava em uma coisa: O bando de Martinho Bugreiro saiu da cidade apressado no meio da noite. Diziam que um fantasma envolto em nuvens negras do mal, invadiu o acampamento e lutou com Martinho, roubou seu saco de orelhas e desapareceu no breu da mata.
Ao ouvir a história a tia e a sobrinha apenas se entreolharam e disfarçaram a risada. Matilda se levantou pegou o marido pela mão e disse que precisava conversar com ele, abriu a porta da dispensa e chamou:
- Ceci! Sabú! Venham aqui.
E lá de dentro saíram os dois indiozinhos, Albert, levou um susto e com os olhos procurou pela espingarda. Antes que ele pudesse fazer qualquer movimento, Matilda o segurou forte e disse firmemente:
- Eles são irmãos e vão morar aqui, não têm mais família e como uma cristã eu não posso deixar duas crianças viverem sozinhas no meio da mata.
Eva não conseguia conter a alegria. Albert até tentou falar alguma coisa, mas viu nos olhos da mulher; que ela estava decidida. Se até agora nunca na vida ele conseguiu tirar alguma ideia da cabeça dela, não seria dessa vez.
Sabú correu para o colo de Matilda, Ceci e Eva se abraçaram. Albert apenas enrolou o bigode e viu em cima de uma cadeira a camisola branca de Eva, toda suja de carvão e parecendo meio chamuscada.  Em um tom meio irônico disse:
- Eva, espero que você não tenha nada a ver com a história do fantasma que botou o bando de Matinho para correr.











terça-feira, junho 21, 2016

Hiking Luau Matador

Texto e fotos: Thiago Lins



O domingo (19/06) amanheceu nublado, até com uma garoa fina. Pensei que o Luau – evento de lançamento da ECO Trilhas SERRA Catarinense – teria que ser remarcado para outra data, pois não veríamos o espetacular nascer da Lua.
As horas foram passando e já no meio-dia, o tempo estava abrindo, e o sol brilhando. As 15h30min, pegamos nossas mochilas e seguimos em direção ao Sítio Werlich, no Matador, distante 3 km do centro, em Bom Retiro/SC. Na entrada do Sítio, uma bandeira de Bom Retiro tremulava, indicando o local.
A recepção foi as 16h00min, com o Dario nos dando todas as informações sobre o evento. Por volta das 16h15min iniciamos nossa caminhada. Seguindo por dentro do Sítio Werlich, atingimos a Estrada Geral Rio Matador, onde caminhamos por cerca de 5 minutos, até, entrarmos em outra propriedade particular, local que dá acesso ao lugar onde poderíamos apreciar o belo nascer da Lua.
Caminhando por entre belas Araucárias, campos com gado e uma ‘subidinha’ que tornou ainda mais divertida nossa trilha, por volta das 16h45min chegamos no ponto onde apreciaríamos a ‘Dama da Noite’. Ali, o Dario nos explicou que a Lua iria nascer por volta das 17h10min e estaria com iluminação de 99% e teríamos nesse horário, a LUA CHEIA GIGANTE.
Já que teríamos 25 minutos até o nascer da lua, parte do grupo optou por continuar a caminhada, subindo ainda mais a Serra do Matador. Eu estava entre eles, e percorremos pouco mais de 2 km, ida e volta, por entre belas Araucárias. Me contaram que por ali perto, existe uma Araucária com aproximadamente 7 metros de diâmetro. Ainda voltarei lá para acha-la.
Apreciando a bela natureza do local, com vista privilegiada dos morros e serras que circundam nossa querida cidade, olhei pro relógio e já eram 17h05min. Falei para o meu irmão: ‘perdemos o nascer da Lua.’ Saímos correndo mata afora, pra chegarmos rapidamente no local ideal para não perdermos o espetáculo. Nossa sorte foi um nevoeiro que se formou, que tardou em uns 5 minutos o a perfeita visualização da Lua. UFAAA, chegamos em tempo...
Ali, fomos contemplados com o espetacular nascer da Lua. Tivemos uma visão privilegiada da cidade de Bom Retiro e do vale do Rio Matador. Ainda, tivemos um ‘show pirotécnico’ com lã de aço, onde colocaram fogo e rodearam... O espetáculo foi garantido.
Começou então, uma forte neblina. A Lua sumiu e decidimos retornar para o Sítio Werlich, onde uma – ou melhor, três – costelas em fogo de chão estavam nos esperando. Agora, já noite, cadê minha lanterna? Pois é, não tinha levado, então, fui acompanhando um pessoal com suas lanternas, que iam clareando e iluminando o caminho.
Em certo ponto, cerca de 6 ou 7 vacas passaram correndo, assustadas com o barulho do grupo e com a luz de nossas lanternas. Nada demais, a não ser um susto maior que meu irmão levou: ‘coooorre turma’... kkkkkkkk
Chegando próximo a uma entrada secundaria para o Sítio Werlich, nosso grupo (5 pessoas) decidiu seguir pela estrada e passar pela entrada principal. Caminhamos um pouco mais que o restante do grupo...
Chegando na sede do Sítio, uma bela fogueira, boa música, pinhão e a costela em fogo de chão nos esperavam. Estar entre amigos e poder comtemplar o espetacular nascer da Lua não tem preço.
Deixo aqui meu agradecimento aos amigos que participaram, em especial, a equipe organizadora. Vida longa a ECO Trilhas SERRA Catarinense.

Para ver as fotos oficiais do evento, acesse:
https://www.facebook.com/dariolinsfotografia/media_set?set=a.1058941374184820.1073741932.100002069025900&type=3&pnref=story.unseen-section


DICA: Se você quer conhecer esse local, e outros em nossa querida Bom Retiro, ou mesmo em outros municípios da Serra Catarinense, procure pela ECO Trilhas SERRA Catarinense, na pessoa do Dario Lins. Aposto que será uma aventura inesquecível.




  



  



domingo, junho 19, 2016

Expedição Cânion Arroio do Leão


O último sábado foi de aventura... iniciando com um pedal até a gruta do Caeté. O trajeto é cheio de morros e foi um teste para quem está iniciando no esporte – no caso eu. No total percorremos mais de 17km e o dia que tinha amanhecido gelado com temperatura por volta de 7o graus ficou menos frio, pedalar ajudou a esquentar.
Na volta resolvemos visitar o Cânion do Arroio do Leão que fica da propriedade da família do Lazaro Steinhauser e ele mesmo nos guiou na visita.
Eu já havia estado no cânion em outra oportunidade, mas nunca tinha passado de seu início, pois existe um córrego – o Arroio do Leão – por dentro do cânion, com água passando da altura da cintura, em alguns pontos, então como estive lá no inverno acabei não seguindo adiante, mas dessa vez resolvemos encarar o desafio. Lazaro disse que valeria a pena, e isso bastou, afinal a água não parecia estar tão gelada.
Assim que molhamos os pés percebemos que estávamos enganados, ela estava geladíssima, chegava a doer, mas não desistimos. Em alguns pontos a água batia no peito e era como se nosso corpo estivesse envolto por uma camada de gelo. Mas a medida que avançávamos o cânion revelava sua beleza e nos fazia persistir.  
Aquele “rasgo” na rocha revelava formas, cores e luzes diferentes. Dizem que ao meio dia o sol adentra à fenda e produz um grande espetáculo. Infelizmente no dia de nossa visita o sol não estava se fazendo presente, mas nem esse fato conseguiu tirar o fascínio do local.
O ponto onde uma pequena cachoeira se forma com as águas que descem por uma das encostas do cânion para mim é um dos mais bonitos, são 360º graus para se contemplar.
Estar lá é convite para refletir: como é que a natureza constrói locais tão espetaculares? Bom de uma forma geral cânions são vales profundos com encostas quase verticais, que podem se estender por centenas de quilômetros e atingir até 5 mil metros de profundidade. À primeira vista, quem observa esses gigantescos entalhes na superfície do planeta poderia imaginar que eles foram criados de uma hora para outra por algum fenômeno catastrófico, como um terremoto capaz de abrir a terra e gerar um precipício. Nada disso: em geral, os cânions têm um aprofundamento lento, que pode durar milhões de anos. Os autores principais dessas obras de arte são os rios. Dependendo da declividade do terreno, da quantidade de água e das fraturas do relevo, um curso d’água tem a capacidade de entalhar as rochas do leito por onde corre, dando origem aos paredões. Entretanto, um rio não constrói um cânion sozinho, porém no caso do Cânion do Arroio do Leão ele foi o grande responsável. Conforme o terreno desce, os rios que correm na superfície começam a ganhar velocidade e a aprofundar seus leitos, aumentando a altura dos paredões, exatamente o que acontece no caso do nosso cânion, que recebe as águas vindas do alto da Santa Bárbara.
Certamente o Cânion do Arroio do Leão é outro local com um potencial turístico enorme. Apesar do frio e da sensação de voltar para casa de bicicleta e molhados a visita valeu muito a pena.
O lugar é apenas uma das belezas escondidas em Alfredo Wagner


Fotos: Renan Schuller