quinta-feira, novembro 20, 2014

Dia de turista

2 º Dia

No segundo dia tivemos palestras pela manhã e depois fomos liberados para passear pela cidade. O dia foi simplesmente um máximo, cheio de pontos turísticos incríveis.

Para iniciar o dia de turismo que tal atravessar a Ponte do Brooklyn a pé? Foi o que fizemos! Nós e metade dos turistas que estavam em Manhattan aquele dia, pois a ponte estava lotada, tinha de tudo, desde turistas típicos daqueles que dão um passo e param para uma foto até ciclistas em meio a uma competição. No meio de tudo isso tinha até mesmo um casal de japoneses com trajes de casamento posando para um fotógrafo, uma loucura.
Minha relação com a travessia da ponte tem como maior empecilho o vento, que teima em soprar sem parar e fazer com que em todas as minhas fotos eu pareça uma alucinada com os cabelos bagunçados, mas recomendo o passeio a todos.

Ao chegarmos do outro lado da ponte nosso destino foi o Brooklyn Bridge Park, um lugar maravilhoso com uma vista surpreendente. De lá pode-se ver Manhattan, a estátua e toda a beleza da Brooklyn Bridge. O dia estava lindo o que rendeu ótimas fotos, inclusive, como sou uma regente babona de “Terceirão”, tirei uma foto lá com a camiseta da minha turma, pra mostrar que até em New York penso neles.
O parque é muito agradável e tranquilo. De lá pegamos um ferry até o Midtown. Estava meio impaciente para barcos – acho que por ter passado algumas horas fazendo um tour ao redor da ilha em 2013 – mas até que foi rápido e deu para contemplar a paisagem sem perder muito tempo.
Para o almoço tínhamos nos programado para ir ao 230 fifth – nesse momento já passava das 3 da tarde - mas como eu estava com a camiseta da minha turma precisava trocar de blusa e para isso fizemos uma parada para um Chopp, usar o banheiro e trocar de roupa. O local escolhido foi o Bar Rua, um pub irlandês super charmoso que fica na 3th avenida.

Roupa trocada, finalmente chegamos ao 230 fifth.  É um bar/restaurante no topo de um edifício na Fifth Avenue, um dos melhores rooftops de NY. A vista do roof para o Empire State torna este lugar por si só incrível. A bebida não é barata, assim como a comida. Mas vale muito a pena conhecer pelo local, o bar é sofisticado e a vista é das melhores. Vale a pena. Li alguns comentários sobre a noite e o local se tornar uma balada, mas não ficamos até esse ponto. Comemos uma batata frita e tomamos um vinho, o que achei super legal foi eles disponibilizarem uns roupões vermelhos de pelúcia para os clientes, devido ao frio.

Como estávamos praticamente o dia todo só com a batata do 230 fifth fomos até o Eataly para jantar. O lugar é um mercado fechado, onde é possível comprar frutas e outros alimentos, além de utensílios de cozinha, ele faz com que a gente se sinta na Itália – mesmo sem nunca ter estado lá, como é o meu caso rsrsrs. Lá também há restaurantes, como o de petiscos (queijos e frios), de massas, de crepe e muitos, mas muitos vinhos. O mercado não é muito grande, mas vale a pena tanto pela comida quanto pelo ambiente.
Do Eataly pegamos um táxi até a Times! Não tem um lugar onde você se sinta mais em New York do que na Times Square: muita gente, muitas luzes, vários idiomas, é a verdadeira energia da cidade.

Resultado das andanças do dia: fui obrigada a comprar um tênis e trocar de sapato no meio da rua, pois meus pés não aguentaram a maratona.


Dia perfeito! 

quarta-feira, novembro 19, 2014

Voltando a New York


1º Dia
Voltar a New York era um sonho longe de se tornar realidade, mas existia.
Eu sempre pensava que demoraria alguns anos, mas certamente voltaria a por meus pés na Big Apple e isso acabou se tornando realidade muito mais rápido do que eu imaginei. Fui para New York participar de um simpósio de educação de um programa chamado Education for the future.  Aprendi bastante no seminário, foi muito proveitoso, mas como meu blog não é de educação vou dar mais ênfase aos pontos turísticos que visitei nessa minha segunda vez em New York.
Como não se apaixonar por essa cidade?  Se da primeira vez foi uma paixão avassaladora dessa vez virou amor. I love New York.
Agora tenho duas viagens distintas. Na de 2013 tudo era novo e eu estava afoita a conhecer tudo o que podia – o que não acho errado – já na deste ano eu tive que aprender a ser paciente, esperar e aproveitar ao máximo os momentos que tinha para turismo, afinal, eu estava lá para estudar e não para turistar. Outra diferença crucial entre as duas viagens foram às refeições, se na viagem de 2013 eu comia só no MC na deste ano eu me deliciei em ótimos restaurantes e tomei muitos vinhos.
Deu para estudar, aprender coisas novas e turistar, mas não nego que era bem complicado ter que prestar atenção nas palestras sabendo que NY estava atrás daquelas paredes me esperando.
O primeiro dia foi longo... e complicado. Fui para a Universidade de Columbia e as palestras giravam em torno de computação e jornalismo, tudo voltado para a educação.
Columbia é uma das oito universidades da Ivy Leagues - instituições de maior prestígio científico nos Estados Unidos -, as outras sendo Harvard, Princeton, Yale, Pensilvânia, Cornell, Dartmouth e Brown. A escola foi fundada no ano 1754 como King's College (Colégio do Rei). Poder estar em um lugar tão prestigiado quanto esse foi uma experiência maravilhosa e com certeza agregará algo a minha vida profissional.
Eu vinha de duas noites sem dormir praticamente nada, estava cansada e embora o fuso fosse de apenas duas horas eu não tinha tomado café da manhã e estava faminta. Devo admitir que tinha algumas dificuldades de concentração, mas era a fase de adaptação. Fomos almoçar quase às 3 da tarde (vale ressaltar que seriam 5 da tarde no Brasil) e eu estava prestes a desmaiar. Ah, preciso dizer também que os cardápios eram impossível para o meu inglês, logo nesse primeiro acabei comendo um sanduiche de Lula. Isso mesmo, de lula e para minha surpresa era surreal. Uma delícia!
Nesses primeiros dias ficamos hospedados no Brooklyn. Preciso comentar sobre o lugar onde ficamos. Sabem aquelas casas típicas do Brooklyn? Uma encostadinha na outra, em estilo Brownstone? Pois é, era bem assim. Em uma rua linda, super arborizada e com uma vizinhança típica do Brooklyn. Eu me sentia no seriado Everybody Hates Chris. Ficar em uma lugar assim permite com que a gente se integre mais com o local onde estamos, além disso tínhamos também um carro a nossa disposição, que podíamos usar para o que precisássemos, logo eu me sentia uma típica americana! 


sexta-feira, novembro 14, 2014

Buenos Dias em Buenos Aires

Descoberta do ano: é possível comer bem em Buenos Aires. A visita de 2010 até a capital argentina me fez ter a impressão de que não era possível ter uma refeição decente na cidade, porém percebi que eu estava muito enganada. Em dois dias e meio por lá devo ter até engordado, foi um festival gastronômico e conheci uma das melhores carnes do mundo.

Candida não veio. Minha viagem para Buenos Aires se deu por conta de um Simpósio para o qual ganhei uma bolsa integral para participar – daqueles com todas as despesas pagas, passagens, hospedagem, alimentação, inscrição... – e antes de ir para New York, cidade onde o simpósio aconteceu, fizemos uma parada em Buenos Aires, para organização e algumas instruções. Do Brasil foram duas selecionadas, eu e Candida... porém, a Candida não foi, mas só descobrimos isso no aeroporto, depois de 3 horas de espera. Não foi muito legal e me senti bastante insegura, mas no final deu tudo certo e tive como companheiros dois argentinos, Jualis e Beatriz. 
Dessa vez fiquei hospedada em Palermo. O bairro Palermo é enorme e bastante arborizado, repleto de parques. Descobri que pelo seu tamanho, foi dividido em várias áreas - Viejo, Soho, Hollywood, Chico, Las Cañitas. Eu fiquei no Palermo Hollywood em uma espécie de flat com uma arquitetura bem moderna. Um encanto.

Na primeira noite fomos até um restaurante Japonês chamado Osaka. O restaurante faz uma mescla entre a culinária japonesa e a peruana e o resultado é maravilhoso. O preço é um pouco alto, mas vale muito a pena se você quiser desfrutar de sushis diferentes dos habituais - com novos sabores - atendimento de primeira e um ambiente lindo. Não fizemos uma reserva com antecedência e por isso acabamos comendo no balcão do bar, mesmo assim foi uma boa experiência e valeu para ter certeza de que o restaurante merece uma nova visita em futuras viagens. O Osaka também possui uma excelente carta de vinhos.
No outro dia pela manhã tivemos uma reunião, onde algumas instruções sobre o programa Education for the future e sobre o Simpósio na Universidade de Columbia foram repassadas. Depois fomos almoçar e desfrutei de uma das melhores carnes da minha vida. Comi o corte mariposa – quase morri ao ver o tamanho da carne, era gigante e não consegui comer nem 1/3, apesar de ter sobrado tanto o sabor era incrível, chego a ter água na boca só de lembrar.
A tarde fomos passear pelo centro. Fomos de metro até uma estação próxima a Plaza de Mayo e tiramos aquelas fotos clássicas em frente à Casa Rosada – finalmente consegui uma foto digna em frente a sede do governo argentino. Fazia 30 graus em Buenos Aires naquela tarde e um passeio tranquilo pela plaza, desfrutando das sobras das árvores e da brisa fresca que soprava era uma ótima opção. Após passarmos algum tempo por ali, fomos até o Obelisco, outro destino certo dos turistas que querem conhecer a capital argentina. Impossível visitar o Obelisco e não lembrar da primeira vez que estive em Buenos Aires, acompanhada por meus amigos em 2010. Foram tantas “indiaradas” e gargalhadas que não tem como não ter o sonho de repetir a dose acompanhada deles.
Café Tortoni – O café foi fundado em 1858 e é um dos cafés mais antigos da cidade, símbolo de Buenos Aires e do tango, por toda essa fama nem sempre o cardápio nem sempre apresenta preços tão atrativos, mas vale a pena conhecer. Uma vez li em um artigo que o Café Tortoni está para Buenos Aires assim como a Confeitaria Colombo está para o Rio de Janeiro e o Café Brasilero para Montevideo, não sei se é verdade, mas gostaria de dizer que conheço os três. Cof Cof. Entre os principais frequentadores do Tortoni estiveram o escritor Jorge Luis Borges e o ícone do tango Carlos Gardel. Uma das atrações do local são as estátuas dos dois artistas. No Tortoni tomamos apenas um vinho branco e jogamos conversa fora. Sim, tomei muitos vinhos nessa viagem e preciso dizer que me apaixonei por eles. A noite comi um risoto de champignon maravilho, também acompanhado por um bom vinho, mas dessa vez tinto.
Na manhã seguinte fiquei em casa, não tínhamos nada programado a não ser um encontro as 10 da manhã. Aproveitei o tempo para escrever um artigo e organizar algumas coisas da escola, já que não conseguia dormir, provavelmente por ansiedade. Ao meio dia fomos almoçar no mesmo restaurante do dia anterior e tratei de pedir algo menor, porém não menos apetitoso e delicioso. Buenos Aires se revelando um ótimo lugar para comer, o que até então era inédito para mim.
A tarde acompanhamos uma turma de alunos até o MALBA. Foi interessante conhecer as metodologias dos professores da Argentina em saídas de campo e também o comportamento dos alunos deles. O MALBA possui um belo acervo permanente, e sempre há uma exposição temporária de relevância – porém no dia da minha visita o andar reservado para essas exposições estava fechado, justamente para a próxima exposição ser montada. Lá pode-se encontrar obras dos mexicanos Frida Kahlo e Diego Rivera, e dos brasileiros Tarsila do Amaral e de Candido Portinari, entre vários artistas latinos, em especial argentinos. Completa o espaço cultural uma sala de cinema, com títulos alternativos e festivais. Foi lá que conheci o “Abaporu”. Quem nunca se deparou com ele em um livro de Português é porque nunca estudou na minha turma. Lembro de uma interpretação de imagem que tivemos que fazer depois de ler um texto e conhecer a obra, desde então me interessei pela vida e obra de Tarsila e pela história da semana de arte moderna de 1922. Uma curiosidade: o Abaporu foi comprado por US$ 1,25 milhão pelo dono do museu em um leilão em New York – achei super valorizado e devo confessar que fiquei orgulhosa.

O MALBA foi a última atração visitada em Buenos Aires, saindo do Museu só deu tempo de passar no Flat, tomar banho, pegar as malas e seguir até o aeroporto. Apesar de ter sido uma visita super rápida deu para conhecer mais um pedacinho de Buenos Aires, para morrer de saudade de 2010 e descobrir que nem só de pão e macarrão com larvas se vive na Argentina. 


terça-feira, novembro 11, 2014

Viagem de Estudo - Grutas de Botuverá - Documentários



Texto professor Reginaldo
Contextualização viagem às Grutas de Botuverá.

Botuverá é um município do estado de Santa Catarina, está localizado no médio Vale do Itajaí, tem como alguns de seus municípios limites os municípios Indaial, Blumenau, Vidal Ramos e Brusque do qual conquistou emancipação política em 09 de junho de 1962.
Este pequeno município foi colonizado por imigrantes italianos principalmente da região de Bergamo.
A área total do município se apresenta da seguinte forma: 18,2% planícies, 50% encostas e 31,8% de montanhas*. A malha viária do município está numa altitude de 85m. As áreas planas ou menos acidentadas, nas quais se pratica a agropecuária, estão localizadas ao longo dos vales por onde correm o Rio Itajaí-Mirim (afluente do rio Itajaí) e seus afluentes.
A localização do município de Botuverá determina um clima de características mesotérmicas, úmido com verões quentes e invernos frios, temperatura média de 20ºC e com precipitações anuais em torno de 1.800mm, muito em decorrência da grande umidade vinda do oceano.
Botuverá é caracterizado por verdes matas que representaram muitos anos a maior fonte de riquezas naturais com a extração da lenha e madeira de lei. A extração da madeira nativa pelas madeireiras do Município e Região na década de 80 trouxe como consequência um desmatamento muito significativo. Atualmente nestes locais mais acidentados, cresceu uma nova vegetação, muito densa, denominada capoeira (estagio de regeneração) que está sendo substituída gradativamente pelo reflorestamento com eucaliptos ou pinus (plantio de exóticas).
As poucas madeireiras ainda em atividade no município buscam sua matéria prima, principalmente o pinus em outros municípios.
É importante ressaltar que o Município possui cobertura vegetal em 70% (setenta por cento) do total da sua área geográfica. Neste local a biodiversidade é muito grande em função da caracterização da Mata Atlântica.
Botuverá é conhecida nacionalmente por suas grutas milenares e gigantescas que são abertas para visitação sempre acompanhadas de guias autorizados.
Além das grutas, Botuverá é reconhecida pela mineração de calcário dolomítico e calcítico, utilizado principalmente como corretivo de solo (calagem). Há ainda a mineração também de britas e cerâmicas para construção civil.

Parque das Grutas de Botuverá
As Grutas de Botuverá ficam na localidade de Ourinho, a 15 km do Centro de Botuverá. Estão entre as maiores do país.
 Possuem, aproximadamente, 580 metros de extensão e têm entre 20m e 50m de altura, são compostas por vários espeleotemas (nome genérico de todas as formações rochosas que ocorrem tipicamente no interior de cavernas como resultado da sedimentação e cristalização de minerais dissolvidos na água, ou seja, são esculturas feitas pela água), tais como: cortinas, couves-flor, fendas, estalactites, estalagmites, paredões rendados e passagens distribuídas em labirintos e salões. Constitui um conjunto inigualável e eternizado por pingos de água que gotejam continuamente do teto há centenas e milhares de anos.
A diversidade biológica nesta gruta é considerada alta para uma cavidade sem curso d’água, pois foram registradas 7 espécies de morcegos e mais 35 espécies de invertebrados entre os quais 6 espécies são endêmicas.
A cavidade foi formada pela dissolução de rochas carboníferas do período Pré-cambriano, há pelo menos, 65 milhões de anos, embora alguns pesquisadores afirmam que tenha mais de 300 milhões de anos e caracteriza-se por possuir galerias e amplos salões ornamentados, como já mencionado
Em virtude de sua beleza e porte, é considerada a maior e mais ornamentada gruta do Sul do Brasil.
Atualmente algumas áreas da gruta estão restritas, tendo em vista a determinação do Plano de Manejo do Parque, com a finalidade única e exclusiva de não prejudicar as formações e a diversidade biológica.

Curiosidade: Apenas 10 cavernas brasileiras possuem um número tão expressivo de troglóbios (espécies de vida restrita às cavernas).

Botuverá recebe milhares de turistas no verão, atraídos pelas belíssimas Cascatas Venzon, de águas frias e cristalinas. A Reserva Biológica Estadual de Canela Preta, que abriga, em seus 1.884ha, animais como o tucano-do-bico-vermelho, veados e araponguinhas, o Recanto Feliz, entre outros. 

Mais conhecimentos acesse:

Atividades:
Procure fazer perguntas ao guia e durante a passagem pela cidade.
1.       Por que o nome Botuverá?
2.       Que povos colonizaram, de onde vieram, por quê?
3.       Procure saber qual o por que, a culinária/gastronomia da festa bergamasca. Quando acontece (mês), por que esse nome?
4.       Quais as atividades econômicas? (principal, atuais e antigas).
5.       Não se questiona que as grutas tornem Botuverá reconhecida. Porém, além das Grutas o que mais Botuverá tem a oferecer, em especial?
6.       A mineração gera impostos? A quem pertence?
7.       A quem pertence o Parque das Grutas? Quem administra?
8.       Dê a diferença entre caverna e gruta.
9.       Qual a função da espeleologia?
10.    Existe hoje preocupação com o ambiente espeleolitico? Se houver, sempre Houve? Cite um fragmento do texto que demonstra essa preocupação, se houver.
11.    Procure saber se há proteção da Floresta Atlântica?
12.    Que impactos estes ambientes sofreram ou ainda sofrem considerando o homem como agente integrante e modificador.
13.    Pergunte sobre Biodiversidade local (clima, vegetação, relevo, hidrografia, chuvas, temperatura, fauna, etc.) OBS: com base nas suas respostas faça a interrelação.
14.    Existem animais ou plantas endêmicas? (na Gruta, arredores e munícipio). OBS: Planta endêmica é a que só existe ali.
15.    Outras perguntas que achar relevante.
OBS: Colha o máximo de informações que conseguir

Outras informações nos vídeos a seguir.




Confira alguns dos documentários criados em anos anteriores pelos alunos do Ensino Médio Inovador em viagens para a Serra Geral e para a cidade e São Francisco do Sul.

Documentários Serra Geral:






Documentários São Francisco do Sul: